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TOM DE CAMPANHA

Lula diz que extremismo vai disputar eleição outra vez no Brasil

Presidente discursou em evento na Espanha nesta sábado, 18

Anderson Ramos
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Lula durante discurso na 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum Democracia Sempre, na Espanha.
Lula durante discurso na 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum Democracia Sempre, na Espanha. -

O presidente Lula adotou um tom de campanha ao afirmar que o "extremismo no Brasil não acabou" e vai disputar a corrida presidencial neste ano. A declaração foi dada durante um discurso na Espanha neste sábado, 18.

“No meu Brasil nós acabamos de derrotar o extremismo, temos um ex-presidente preso condenado a 27 anos de cadeia, temos quatro generais quatro estrelas presos porque tentaram dar o golpe, mas o extremismo não acabou, ele continua vivo e vai disputar eleição outra vez, mas esse é um problema nosso, do povo brasileiro, esse a gente lida com as nossas forças e as nossas armas”, disse o presidente em Barcelona, durante a 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum Democracia Sempre.

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Na sua fala, Lula não mencionou nominalmente o ex-presidente Jair Bolsonaro e nem o seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à Presidência da República.

Anti-guerra

No mesmo evento Lula elevou o tom ao criticar guerras e defender a paz nas relações internacionais.

“Nós não podemos levantar todo dia de manhã e dormir todo dia à noite com um tweet de um presidente da República ameaçando o mundo, fazendo guerra”, disse Lula, sem citar nominalmente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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Ao tratar do tema, Lula citou conflitos no Oriente Médio, a investida americana contra o Irã e questionou se a população mais pobre deve pagar pela “irresponsabilidade de guerras”.

O presidente brasileiro também criticou os gastos militares globais. “O que não pode é o mundo gastando 2 trilhões e 700 bilhões de dólares em armas e o povo passando fome”, afirmou.

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extremismo Flávio Bolsonaro Guerra Lula

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