ELEIÇÕES 2026
Rui Costa garante base contemplada em chapa de 2026: "Nomes fortes"
Ministro participou, neste domingo, 11, de agenda em Salvador ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT)

Por Yuri Abreu

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou neste domingo, 11, que os partidos da base governista serão devidamente contemplados na formação da chapa majoritária para as eleições de outubro deste ano.
A declaração foi dada em coletiva de imprensa após a assinatura, ao lado do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), das ordens de serviço que autorizam a execução de obras de contenção de encostas em bairros de Salvador.
Os bairros contemplados são: Plataforma, Pernambués, Federação, Ondina, Alto do Cabrito, Campinas de Pirajá, Mata Escura, Cajazeiras XI e São Marcos. As intervenções fazem parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).
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Aos jornalistas, Rui ainda rechaçou a possibilidade de desistir de participação em chapa, o que chamou de especulação.
"Acho que não se trata de um ou outro desistir, se trata da gente buscar uma composição que todos saiam contemplados. O que nós estamos buscando no país inteiro, não só aqui, é ter em cada estado uma chapa forte. E por isso o presidente Lula está reiterando que seus principais nomes nos estados saem candidato a senador, a governador", afirmou Rui.
"Ele está começando a coordenar isso pessoalmente. Está estimulando, chamando para conversar que em todos os estados nós tenhamos os nomes mais expressivos, os nomes mais fortes para concorrer a disso que se trata e nós já veremos, portanto, de sair todo mundo contemplado, vislumbrando a sua participação nesse projeto político estadual e nacional", completou o ministro.
Baiano pode travar escolha do futuro ministro da Segurança Pública
A saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça abriu a possibilidade do governo Lula (PT) desmembrar a pasta em duas, recriando o Ministério da Segurança Pública, que deve ocorrer em um eventual governo Lula 4, a partir de 2027.
Sobre a Justiça, Lula nomeou, de forma interina, Manoel Carlos de Almeida Neto, que já foi secretário-executivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e secretário-geral do Supremo Tribunal Federal. Ele deve ficar no cargo até o presidente tomar a decisão definitiva.
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