FEDERAÇÃO
União Progressista não deve apoiar Flávio e avalia aliança com Lula
Cenário pode ser alterado se o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), for candidato à presidência

Por Anderson Ramos

Em meio a indefinições em diversos estados, a Federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas (PP), não deve endossar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.
As legendas do centrão também já começaram a avaliar a possibilidade de apoiar abertamente a reeleição do presidente Lula (PT), embora o mais provável seja a liberação dos membros da sigla, sem imposição a um nome específico, conforme apurado pelo Portal A TARDE.
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O cenário pode ser alterado caso o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), mude de ideia e decida se lançar ao Palácio do Planalto. Tarcísio desanimou em se candidatar à presidência após Flávio entrar na corrida.
Procurados pela reportagem para falar sobre o assunto, os presidentes do União Brasil, Antônio Rueda, e do PP, Ciro Nogueira, não responderam. O espaço segue aberto.
Problemas regionais
A decisão da federação de não apoiar o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na disputa ao Planalto pode ser também consequência das disputas internas em diversos estados, com parlamentares insatisfeitos que já anunciaram uma debandada.
Conforme levantamento do jornal O Globo, as rixas regionais podem levar a desfiliações em estados como Bahia, Pernambuco, Paraná, Alagoas e Paraíba. Também há impasses no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Amazonas.
Os partidos já entregaram o pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e para que a federação esteja em vigor na eleição, em 4 de outubro, a solicitação precisa ser aceita até seis meses antes da data.
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