PROCESSO
Caetano Veloso sofre derrota contra marca e contesta decisão
Cantor e Paula Lavigne pedem indenização de R$ 100 mil e retratação pública
Por Redação

Caetano Veloso e sua esposa, Paula Lavigne, recorreram da decisão judicial que negou um pedido de indenização contra a marca Osklen. O casal processou a empresa alegando que a imagem do cantor foi utilizada indevidamente em uma campanha publicitária.
A ação, que tramita na 31ª Vara Cível da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, teve o pedido de danos morais de R$ 100 mil negado pelo juiz no último dia 13 de fevereiro. No entanto, os dois decidiram contestar a decisão e apresentaram um recurso.
O caso começou quando Caetano e Paula acusaram a Osklen de associar o cantor à marca sem autorização. Segundo o casal, a empresa teria utilizado a imagem do artista em peças de divulgação para promover uma coleção de roupas sem sua permissão.
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Em resposta, a Osklen afirmou que tentou um acordo com o músico, oferecendo uma doação para uma instituição social em seu nome. No entanto, segundo a marca, Caetano teria recusado a proposta e exigido o pagamento de R$ 500 mil "em cash".
Declarações da Osklen motivam recurso
No recurso, Caetano e Paula alegam que a declaração da Osklen à imprensa prejudicou a reputação do cantor ao insinuar uma possível tentativa de sonegação fiscal. Segundo eles, a afirmação de que o pagamento deveria ser feito em espécie passou a impressão de que o valor não seria declarado oficialmente, o que, segundo os dois, não condiz com a realidade dos fatos.

O casal também argumenta que a marca utilizou essa narrativa como estratégia para influenciar a opinião pública e enfraquecer a ação judicial movida por eles. Além disso, no documento, eles afirmam que a declaração da Osklen foi difamatória e teve como objetivo minar a credibilidade de Caetano junto à sociedade.
Pedido de indenização e retratação
Com a nova apelação, o casal busca reverter a decisão inicial e reafirma o pedido de indenização por danos morais no valor de R$ 100 mil. Além disso, solicitam que a Osklen faça uma retratação pública, corrigindo as informações divulgadas anteriormente.
A defesa de Caetano Veloso e Paula Lavigne também reforça que as alegações da marca não são verdadeiras e classificam as declarações como “fake news”. O caso segue em tramitação e aguarda nova decisão da Justiça.
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