NEGÓCIOS
Ex-presidente da Jequiti questiona faturamento bilionário da WePink
Segundo Lásaro do Carmo, empresa de Virginia Fonseca não tem estrutura


O ex-presidente da Jequiti, Lásaro do Carmo, colocou em dúvida a capacidade da WePink, empresa de cosméticos da influenciadora Virginia Fonseca, de sustentar um faturamento bilionário ao longo do tempo.
Ao analisar o mercado de beleza, o executivo afirmou que atingir um faturamento de R$ 1 bilhão em um determinado momento é possível, mas questionou se uma empresa com a estrutura atribuída à WePink teria capacidade de manter esse resultado de forma contínua.
“Você bater um bi uma vez pode ter acontecido. Mas você ter um bi consistente de faturamento, no mercado de hoje, sem fábrica própria… Essa empresa não tem capacidade para fazer duzentos milhões. Não tem”, disse.
A declaração foi feita durante participação no podcast Made In Brasil e ganhou repercussão nas redes sociais neste sábado, 25.

Pouca mão de obra
Na ocasião, Lásaro afirmou ainda que conhece parte dos fabricantes terceirizados do setor de cosméticos e disse ter recebido informações de que a WePink tem pouca mão de obra.
Segundo ele, uma empresa capaz de manter um faturamento anual de R$ 1 bilhão exigiria maior capacidade de produção, logística e pessoal.
“Um outro amigo meu falou que ela [Virginia] tem pouquíssima gente trabalhando com ela. Uma empresa para bater bi tem que ter pelo menosumas 1.500 pessoas trabalhando por lá”, disse.
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Repercussão nas redes sociais
Após a publicação do trecho, a declaração dividiu opiniões entre usuários das redes sociais.
Parte dos internautas concordou com a análise de Lásaro e questionou se a estrutura da empresa seria compatível com o faturamento divulgado.
Outros defenderam a WePink e afirmaram que a marca possui grande volume de vendas, citando a presença dos produtos no mercado.


