COMPLICOU
Crise! Grande SAF do Brasil demite funcionários para redução de custos
Clube revê contratos e promove cortes em diversos departamentos

Em grande crise financeira, o Botafogo começou a demitir funcionários visando reduzir custos. A SAF do norte-americano John Textor busca atingir maior sustentabilidade financeira após ser alvo de complicações como pendências trabalhistas e até tranfer ban — punição administrativa da FIFA que proíbe clubes de registrar novos jogadores.
A redução não se restringiu a um único setor e até às áreas de marketing, jurídico, programa de sócios, entre outros. A situação é vista como esperada em meio ao quarto ano de SAF, que será completado em março.
Nos bastidores, a ideia é que a ampliação de receitas e investimentos seja revertida para o departamento de futebol. O Botafogo está estudando alternativas para cortes de gastos e revisitando quaisquer contratos firmados pelo Alvinegro.

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Problemas financeiros nunca foram novidades para a SAF Botafogo. Prevendo reduções até na folha salarial desde o ano passado, o clube viu o volante Danilo, contratação mais cara da história do clube, ameaçar rescindir contrato na Justiça por pendências trabalhistas, mas a situação foi resolvida pela equipe, que regularizou o recolhimento do FGTS em janeiro.
Além do Botafogo, Bahia, Cruzeiro, Atlético-MG, Vasco e Coritiba são as outras SAFs da Série A do Brasileirão.
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