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Ídolo do Bahia, José Sanfilippo morre aos 91 anos
Ex-atacante argentino marcou 60 gols em 152 jogos pelo Tricolor de Aço
Ídolo do Esporte Clube Bahia e lenda do futebol argentino, José Francisco Sanfilippo morreu aos 91 anos, em Buenos Aires, nesta quinta-feira, 4. A notícia foi lamentada pelo Tricolor de Aço, que prestou homenagem ao ex-atacante por meio das redes sociais.
Confira:
🏴 Com grande pesar, o Esquadrão lamenta o falecimento de um ídolo argentino. José Francisco Sanfilippo é o estrangeiro que mais jogou (152) e marcou gols (60) na história do Bahia, entre 1969 e 1971.
— Esporte Clube Bahia (@ecbahia) June 4, 2026
O ex-atacante estava com 91 anos e é também o maior artilheiro da história do… pic.twitter.com/MjmpoW827a
Antes de vestir a camisa do Bahia, Sanfilippo já havia marcado seu nome na história do clube baiano. Atuando pelo San Lorenzo, o argentino foi um dos destaques da equipe que eliminou o Esquadrão de Aço na primeira edição da Copa Libertadores, em 1960.
Anos depois, em 1969, desembarcou em Salvador para defender as cores do Bahia e construiu uma trajetória memorável. Durante sua passagem pelo clube, entre 1969 e 1971, marcou 60 gols em 152 partidas, conquistou dois Campeonatos Baianos e se tornou um dos maiores ídolos da história tricolor. O argentino é o estrangeiro com mais jogos disputados e mais gols marcados com a camisa azul, vermelha e branca.
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A relação entre o ex-jogador e o clube permaneceu viva mesmo após o encerramento da carreira. Em 2015, aos 80 anos, ele visitou um treinamento do Bahia e recebeu homenagens da equipe. Já no ano passado, foi agraciado com a Comenda de Mérito Esportivo do Esporte Clube Bahia — Associação, em reconhecimento à sua contribuição para a história do clube.
Além do sucesso no futebol brasileiro, Sanfilippo também construiu uma carreira vitoriosa na Argentina. Considerado o maior artilheiro da história do San Lorenzo, conquistou a Copa América de 1956 com a seleção argentina, os Jogos Pan-Americanos de 1955 e ainda levantou três títulos do campeonato nacional defendendo o tradicional clube conhecido como 'El Ciclón'.