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"FOI TESTADA"

Presidente da FBF avalia mudança para o Baianão 2027; saiba qual

Ricardo Lima destacou "saldo positivo" da edição que marcou o 52º título estadual do Bahia

Lucas Vilas Boas e João Grassi

Por Lucas Vilas Boas e João Grassi

09/03/2026 - 19:03 h | Atualizada em 09/03/2026 - 19:36

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Ricardo Lima, presidente da Federação Baiana de Futebol
Ricardo Lima, presidente da Federação Baiana de Futebol -

O saldo da 122ª edição do Campeonato Baiano é muito positivo para Ricardo Lima, presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF). Durante o evento de premiação da competição na noite desta segunda-feira, 9, o dirigente avaliou a competição com datas reduzidas e descreveu a final única como "grandiosa".

Questionado se o Campeonato Baiano pode sofrer ainda mais ajustes na próxima edição, em 2027, Ricardo Lima analisou o modelo atual com 12 datas e afirmou que pensa em ampliar o calendário.

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"Eu acho que é uma competição que foi testada, a gente trabalhou com aquelas datas que foram disponibilizadas para todos os campeonatos, com exceção do campeonato paulista. A gente trabalhou com 11 datas, eu penso sim em buscar mais uma data, desde que dialogando com os filiados para ver se é viável. Mas tudo isso depende do calendário, depende do modelo de classificação que nós teremos nos clubes na Série A, para que a gente possa estudar e fazer com que o campeonato seja a cada dia mais disputado", disse em entrevista ao Portal A TARDE.

A FBF anunciou a nova fórmula de disputa do Campeonato Baiano em novembro de 2025 com a redução de datas, de 13 para 11, além da definição de jogo único para a final e semifinal. Diferente das outras edições, a competição também aconteceu em paralelo com o início do Brasileirão.

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Saldo da competição

Troféu do Campeonato Baiano
Troféu do Campeonato Baiano | Foto: João Grassi | Ag. A TARDE

Ricardo Lima também citou os mais de 48 mil torcedores do Bahia presentes na Arena Fonte Nova na decisão para destacar a "pujância" da competição. Na ocasião, o Tricolor bateu o Vitória por 2 a 1, de virada, e sagrou-se campeão baiano pela 52ª vez.

"É um pouco complicado você fazer uma auto-avaliação do seu trabalho, mas, como torcedor do futebol baiano, estou satisfeito, como presidente da Feração Baiana de Futebol, eu estou satisfeito. Acho que testamos um novo modelo, onde muitos não acreditavam, mas o futebol baiano, o campeonato baiano, mostrou a sua força. O mar de 48 mil pessoas ontem na Arena Fonte Nova, então, um ato e um gesto de pujância dessa competição. Então eu fico feliz", completou.

Foi uma final grandiosa, foi uma final em que os torcedores abraçaram
Ricardo Lima

"(Saldo) super positivo, embora tenha faltado ali um jogo. Desde quarta-feira eu pude ver Salvador, para não dizer o estado todo, mas a capital totalmente mobilizada para essa grande final... restaurantes lotados. Então a gente acredita que foi 100%", completou.

Análise de um ídolo

Osni, ex-atacante de Bahia e Vitória
Osni, ex-atacante de Bahia e Vitória | Foto: João Grassi | Ag. A TARDE

Um dos principais nomes da história do futebol baiano, o ex-atacante Osni, que se destacou nas décadas de 1970 e 1980 com as camisas de Bahia e Vitória, foi homenageado durante o evento. O ex-atleta descreveu atual competição como "espetacular" e analisou o título tricolor como "merecido", apesar de afirmar que o Vitória poderia decidir o jogo no primeiro tempo.

"O Campeonato Baiano foi espetacular. Apesar de ser mais curto, teve uma decisão maravilhosa e a prova disso foi a audiência total, que deu mais audiência que o jogo do Palmeiras contra o Novorizontino (final do Paulistão). Um BaVi muito bom, sem confusão, e ganhou aquele que aproveitou melhor no segundo tempo. O Vitória foi melhor no primeiro tempo, teve chance e poderia ter decidido, mas Rogério Ceni montou bem a equipe na segunda etapa, o Bahia foi superior e saiu vencedor", disse o ex-atacante.

Um dos poucos jogadores que se tornaram ídolos de Bahia e Vitória, Osni defendeu o Rubro-Negro de 1971 até 1976, quando fez parte do elenco da conquista do Baianão 1972 — único título do Leão da Barra conquistado na década de 70. Dois anos depois de deixar o Rubro-Negro, o atacante foi contratado pelo Tricolor.

Vestindo azul, vermelho e branco, Osni se firmou como o quinto maior artilheiro da história do Bahia, com 138 gols marcados. Baixinho e geralmente atuando como ponta-direita, o ex-jogador era famoso por marcar muitos gols de cabeça.

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