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EM ANÁLISE

Caixas-pretas de avião que caiu no Cazaquistão são analisadas

Avião da Embraer caiu no dia 25 de dezembro

Por Redação

02/01/2025 - 12:26 h
Gravadores da aeronave serão examinados no Laboratório de Leitura e Análise de Dados de Gravadores de Voo (LABDATA)
Gravadores da aeronave serão examinados no Laboratório de Leitura e Análise de Dados de Gravadores de Voo (LABDATA) -

Começou nesta quinta-feira, 2, a análise das caixas-pretas do avião que caiu no Cazaquistão e causou a morte de 38 pessoas, no dia 25 de dezembro. A avaliação é feita pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). A informação é dsa CNN Brasil.

Gravadores de voo, Cockpit Voice Recorder (gravador de voz) e Flight Data Recorder (gravador de dados) também foram entregues à Força Aérea Brasileira (FAB) no Laboratório de Leitura e Análise de Dados (Labdata) na última quarta-feira, 1º.

Serão analisadas além das gravações de dados da aeronave, as conversas na cabine de comando. Os dados extraídos serão repassados à Autoridade de Investigação de Acidentes Aeronáuticos do Cazaquistão.

Integrantes do Cenipa, responsável pelas investigações de acidentes aéreos, já realizaram também um briefing com os técnicos estrangeiros que acompanharam o material e participarão das apurações.

Leia também:

>> Tiro foi da Rússia, diz presidente do Arzeibaijão sobre queda de avião

>> Putin pede desculpas após queda de avião no Cazaquistão

No total, dos nove técnicos que participarão do processo junto aos investigadores do Cenipa, três são do Cazaquistão, onde aconteceu o acidente, três do Azerbaijão, país de origem do voo e da companhia aérea e três da Rússia, para onde a aeronave tinha como destino.

A investigação conjunta acontece baseada no Anexo 13 da Convenção sobre Aviação Civil Internacional que permite que um país solicite a colaboração de outro na investigação de um acidente aéreo.

A solicitação foi feita à FAB pelas autoridades aeronáuticas do Cazaquistão, e leva em consideração as tecnologias de ponta mantidas pelo Cenipa. O fato do avião ter sido fabricado pela empresa brasileira Embraer também é um ponto relevante para que o material fosse enviado ao Brasil.

O jato E190, fabricado pela brasileira Embraer, havia decolado de Baku, capital do Azerbaijão, e tinha como destino a cidade russa de Grózni, capital da Chechênia. Vinte e nove pessoas sobreviveram à queda.

Segundo fontes no Azerbaijão familiarizadas com a investigação, os resultados preliminares indicam que o avião foi atingido por um sistema de defesa aérea russo Pantsir-S, e suas comunicações foram interrompidas por sistemas de guerra eletrônica durante a aproximação de Grózni.

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Tags:

acidente brasil Caixa preta Cazaquistão Embraer

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