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De derreter! ONU diz que 2024 foi o mais quente em 175 anos

Fenômenos resultaram no deslocamento de 24,8 mil pessoas, feriu 5,6 mil e resultou em 86 mortes

Redação
Por Redação
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Em 2024, metade da população mundial viveram o ano mais quente
Em 2024, metade da população mundial viveram o ano mais quente -

Relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que 2024 foi o ano mais quente em 175 anos - quando se iniciaram as medições históricas - com mais de 1,5 °C acima da temperatura na era pré-industrial.

O documento aponta ainda que quase a metade dos fenômenos "sem precedentes" do período ocorreram na Europa. Dos 152 eventos climáticos extremos inusitados registrados no mundo, 75 foram no Velho Continente. Isso ocasionou o deslocamento de 24,8 mil pessoas, feriu 5,6 mil e resultou em 86 mortes.

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As ondas de calor lideram a lista, com 34 episódios, seguidas de chuvas ou períodos úmidos, com 21, inundação, 9, seca ou período de estiagem e tempestades, 3, ventos intensos, 2, e deslizamento, tornado e ciclone tropical, que fecham a contagem com um cada.

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No mundo, as ondas de calor foram registradas até na Noruega, com temperaturas superiores a 30 °C pela primeira vez em setembro. Na Bulgária, onde um período de verão intenso foi o mais longo desde 1932. Em relação às chuvas, a maioria ocorreu na Dinamarca. Sendo que a região da Lombardia, no Norte da Itália, também conviveu com dois meses de precipitações acima do histórico de medições.

As inundações foram responsáveis por 32 mortes em toda a Europa, com mais frequentes em solo italiano, com quatro dos nove eventos por lá, apenas entre setembro e outubro. Já as secas assolaram a Polônia, a Estônia e a Dinamarca, com 4.800 deslocamentos e quatro mortes.

No documento, o órgão destacou os transtornos econômicos e sociais causados por condições climáticas extremas e os impactos de longo prazo do aquecimento recorde dos oceanos e da elevação do nível do mar.

Segundo a OMM, ciclones tropicais, inundações, secas e mais desastres naturais levaram ao maior número de novos deslocamentos registrados em 16 anos, com cerca de 824,5 mil pessoas retiradas de seus lugares de origem. Mais de 1 milhão de feridos e 1,7 mil mortos figuram no levantamento total.

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