MUNDO
Irã reage a bloqueio no Estreito de Ormuz e diz que “não cederá a ameaças”
Chefe da Marinha classificou medida como “ridícula”

A tensão entre Irã e Estados Unidos voltou a subir neste domingo, 12, após o presidente americano, Donald Trump, ordenar um bloqueio naval do Estreito de Ormuz. Em resposta, autoridades iranianas afirmaram que o país não irá recuar diante de pressões e ameaças.
O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad-Bagher Ghalibaf, que liderou as negociações de paz com os Estados Unidos no Paquistão, advertiu que Teerã está pronta para reagir.
"Se eles lutarem, nós lutaremos, e se vierem com lógica, responderemos com lógica. Não cederemos a nenhuma ameaça; que testem nossa determinação mais uma vez para que possamos lhes dar uma lição ainda maior", disse Mohammad-Bagher Ghalibaf a jornalistas após retornar a Teerã desde Islamabad, segundo informaram agências de notícias iranianas.
Chefe da Marinha do Irã considera 'ridícula' a ameaça
Também neste domingo, o chefe da Marinha do Irã, Shahram Irani, classificou como "ridícula" a ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de bloquear o Estreito de Ormuz, após o fracasso das negociações entre os dois países no Paquistão.
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"Os bravos homens da força naval do Exército da República Islâmica do Irã estão monitorando e supervisionando todos os movimentos do agressivo Exército americano na região. As ameaças do presidente dos Estados Unidos de bloquear o Irã por mar (...) são muito ridículas e risíveis", disse em declarações transmitidas pela televisão estatal.
As declarações aumentam a preocupação internacional com uma possível escalada militar na região.
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