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FEIRA DE SANTANA

O orgulho é o mesmo, seja um feirense de nascimento ou adoção

Carinho - Filhos ilustres prestam homenagens à Princesinha do Sertão

Por Orisa Gomes

28/08/2025 - 12:45 h
Por do sol Parque da Lagoa
Por do sol Parque da Lagoa -

Há cidades que se fazem apenas de ruas, prédios e comércio. E há aquelas que se constroem, antes de tudo, de histórias, afetos e gente. Feira de Santana é uma dessas cidades que não cabem no mapa, porque moram na memória, na música, no sotaque, nas lembranças e no jeito de viver de quem nasceu aqui e de quem decidiu chamar Feira de “minha terra”.

Seja no brilho dos palcos, na dedicação à vida pública, no trabalho comunitário, na força empreendedora ou na luta diária por um futuro melhor, há feirenses, de berço ou de coração, que levam consigo o nome da cidade para onde vão, devolvendo à cidade, de alguma forma, tudo o que aprenderam com ela.

Nesta homenagem, revisitamos trajetórias de pessoas que, cada uma a seu modo, guardam Feira de Santana dentro de si.

Histórias que atravessam décadas e espaços, que unem o cheiro da feira livre e o som dos blocos da Micareta, a energia das praças e a esperança das avenidas sempre em movimento.

São vidas que confirmam aquilo que todo feirense sabe: Feira não é apenas um lugar onde se vive, é um sentimento que se leva para sempre.

Jerônimo Rodrigues – Escolheu a cidade para viver um dos seus maiores momentos

Embora tenha nascido em Aiquara e vivido em diferentes cidades da Bahia, foi em Feira de Santana que o governador Jerônimo Rodrigues construiu memórias que o acompanham para sempre.

Foi onde eu tive meu filho. É onde tenho a carteira assinada na Universidade Estadual de Feira de Santana. Onde tive meus primeiros ensinamentos com o Movimento de Organização Comunitária (MOC).
Jerônimo Rodrigues - Governador da Bahia

A relação de Jerônimo com a cidade vai além dos compromissos profissionais e políticos: ela é tecida de amizades, parcerias e vizinhança.

No bairro Queimadinha, mantém até hoje uma casa e laços que o tempo não desfez. “Tenho uma marca muito forte aqui. Toda vez que venho a Feira de Santana, tenho esse sentimento, e espero que, mesmo depois da fase de governador, eu possa continuar cultivando.”

Jerônimo Rodrigues diz que pretende modernizar e tronar a cidade cada vez mais inclusiva
Jerônimo Rodrigues diz que pretende modernizar e tronar a cidade cada vez mais inclusiva | Foto: José Simões/Ag A TARDE

Entre todas as vivências, a mais especial é clara: o nascimento do filho, João, fruto de sua união com a esposa, Tatiana.

Poder ter nascido em Aiquara, vivido em Jequié, em Cruz das Almas, em Salvador, e ter escolhido Feira para ter o filho da gente… essa é a marca mais forte.
Jerônimo Rodrigues - Governador da Bahia

Para o futuro, Jerônimo afirma desejar e trabalhar por uma Feira cada vez mais moderna e inclusiva. “Sem qualquer tipo de exclusão. Quero garantir segurança pública, educação de qualidade e saúde para todas as diferenças”.

Luiz Caldas – O som que nasceu em Feira

Ícone da música baiana, criador do Axé e dono de uma versatilidade musical que atravessa estilos e gerações, Luiz Caldas guarda, no coração e na carreira, as marcas de sua terra natal. “Eu pertenço a Feira de Santana, isso me enche de orgulho”, diz.

Luiz Caldas, percursor da Axé Music
Luiz Caldas, percursor da Axé Music | Foto: Uendel Galter/Ag. A TARDE

Para ele, Feira é mais do que o local de nascimento: é chão, raiz e escola.“A minha formação se deu nos grupos de baile, que na época eram as nossas verdadeiras escolas de música”, lembra.

Entre esses capítulos inesquecíveis, despontam nomes como Os Leopardos, banda que o ajudou a moldar não apenas o artista, mas o ser humano.

Morar junto e passar a maior parte do tempo com meus colegas foi determinante para minha formação como gente. E tocando junto com eles eu aprendi muito.
Luiz Caldas - Cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor musical

A lembrança é também marcada por encontros que virariam parceria musical e amizade, como com Jota Morbeck e Toninho Bipbop, seu conterrâneo e parceiro na canção Axé pra Lua.

“A Feira de Santana é mais que especial para mim, não é só o meu lugar de nascença.”

Se pudesse voltar no tempo, Luiz Caldas escolheria reviver as micaretas de antigamente, quando puxou o bloco da UCA.

“Era uma época de muita música, muito experimento, muita alegria. Menos comercial e mais cultural”, recorda.

Para o futuro de Feira, o desejo é claro: que continue crescendo em todas as frentes - comércio, indústria e cultura. “Já é um grande centro econômico do nosso interior. A minha terra é barril dobrado”.

Maryzelia - A voz do samba que exalta a Princesa do Sertão

Nascida em Feira de Santana, a sambista Maryzelia leva o nome da cidade por onde passa, incorporando em sua trajetória o samba de roda, o samba canção, o reggae e o ijexá.

Há quase uma década vivendo no Rio de Janeiro, ela nunca se desvinculou da terra natal, onde mantém laços afetivos e arrasta grande público sempre que se apresenta.

Maryzelia tem como referência Clara Nunes e Beth Carvalho
Maryzelia tem como referência Clara Nunes e Beth Carvalho | Foto: Divulgação

“Feira de Santana é minha terra e faço questão de exaltá-la onde quer que eu esteja. Parafraseando o mestre Gilberto Gil, é o lugar que 'me deu a régua e o compasso' para desbravar esse mundão”, afirma.

À “Princesa do Sertão”, Maryzelia deseja progresso em todos os âmbitos e que a cultura receba cada vez mais incentivo e valorização.

José Ronaldo - prefeito

Não dá para separar a trajetória de José Ronaldo da história de Feira de Santana.

Aos 74 anos, o atual prefeito acumula décadas de vida pública, mas antes da política veio o encontro inesperado com a cidade que ele adotaria como lar.

Filho de Paripiranga, chegou a Feira em dezembro de 1969, quase por acaso, conduzido pelo destino e pela mão acolhedora de Faustino Dias Lima, que o apresentou à Prefeitura, onde começou a trabalhar já no dia seguinte à sua chegada.

A relação, que começou com a chance de um emprego como datilógrafo, logo se transformou em pertencimento. Feira o abraçou e, em pouco tempo, o jovem recém-chegado já se tornava conhecido em rodas políticas e sociais.

Em 1976, seu nome apareceu pela primeira vez como candidato a vereador, ainda que, a princípio, sem intenção, já que a ideia era apenas completar a chapa.

José Ronaldo acredita que Feira de Santana é uma cidade acolhedora
José Ronaldo acredita que Feira de Santana é uma cidade acolhedora | Foto: Shirley Stolze / Ag A TARDE

Faltaram entre 10 e 15 votos para a vitória, mas o resultado foi expressivo para uma primeira candidatura.

Em 1982, a eleição para vereador confirmou de vez sua entrada na política, iniciando uma caminhada que o levaria à Assembleia Legislativa, à Câmara dos Deputados e, por fim, à Prefeitura, cargo que conquistou pela primeira vez em 2000 e que repetiu em outras quatro oportunidades.

Para José Ronaldo, Feira de Santana é, acima de tudo, uma cidade acolhedora, que abre espaço para todos que chegam. Um centro regional de saúde, educação, comércio e transporte, cortado por rodovias que o conectam ao estado inteiro.

É raro encontrar uma terra tão acolhedora quanto Feira. Essa é a característica que mais me causa admiração e orgulho.
José Ronaldo - Prefeito de Feira de Santana

Se há algo que ainda o incomoda, são os desafios urbanos, como o descarte irregular de lixo.

Mas seus olhos seguem voltados para o que chama de “sonhos possíveis”: resolver esta questão, ver as lagoas da cidade transformadas em espaços de lazer, ampliar as obras de mobilidade e continuar a trajetória de crescimento que, desde sempre, marca Feira de Santana.

O prefeito não esconde a gratidão ao recordar sua história. Afinal, chegou como um jovem em busca de oportunidades e se tornou um dos nomes mais importantes da política local.

José Neto – O compromisso de devolver à cidade o que ela lhe deu

Filho de Feira de Santana, o deputado federal José Neto carrega a cidade não apenas na certidão de nascimento, mas no olhar atento e na atuação política que leva a Brasília.

Cresceu vendo a “cidade grande” expandir-se de forma desordenada, carecendo de atenção, mas sempre sustentada por um povo trabalhador e decente. “Eu nasci em Feira, me criei em Feira, sou filho de uma mulher que criou cinco filhos sozinha e construí minha vida vendo minha cidade crescer e precisar de muita coisa”, lembra.

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Essa imagem o acompanha todos os dias e serve de guia para suas ações, em Brasília.

“Procuro dar essa atenção a Feira, ajudando a corrigir as dificuldades que enfrenta historicamente”, diz. Para ele, o maior desafio da cidade é claro: planejamento.

“Feira precisa de uma estratégia que funcione, que olhe para frente e pense na saúde, educação, segurança pública, economia, turismo, cultura, esporte… Isso não passa só pela política, mas também pelo setor produtivo e pela sociedade organizada.”

Se as carências são muitas, a virtude maior é incontestável: a sua gente.

Nossa gente alegre, trabalhadora, que acorda cedo, que resistiu a tantas dificuldades sem perder a cultura, a alegria, a disposição para construir o dia a dia. Somos o portal do sertão, com um pé no recôncavo, e isso nos dá uma riqueza cultural que é única.
José Neto - Deputado Federal - PT

O sonho que Zé Neto ainda guarda para Feira é vê-la crescer com mais inovação e tecnologia. “Acredito muito em Feira de Santana e no seu potencial social e produtivo. Nosso caminho é buscar esse desenvolvimento, essa sintonia com o que há de melhor no Brasil e no mundo.”

Naidison Baptista – Educador, ex-diretor executivo do MOC e voz pela liberdade e inclusão social

A trajetória de Naidison Baptista em Feira de Santana começou em 1967, quando foi convidado a integrar a equipe da disciplina Metodologia do Trabalho Científico na recém-criada Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).

A chegada coincidiu com tempos de repressão, quando professores eram vigiados, conversas monitoradas e até militares se matriculavam em disciplinas para espionar para o Serviço Nacional de Informações. Foi nesse ambiente que Naidison fortaleceu seu compromisso com a liberdade e a democracia.

Na Uefs, viveu três marcas decisivas: a construção de um ensino crítico e inovador na Metodologia do Trabalho Científico; a fundação da Associação dos Docentes da Uefs (Adufs), da qual foi o primeiro presidente; e o engajamento em processos de democratização da universidade, como a criação dos departamentos, concursos públicos e eleições diretas para reitor.

Naidison Baptista, ex-diretor executivo do Movimento de Organização Comunitária (MOC)
Naidison Baptista, ex-diretor executivo do Movimento de Organização Comunitária (MOC) | Foto: Acervo Pessoal

O vínculo com a cidade também se entrelaça à história do Movimento de Organização Comunitária (MOC), entidade que ele sempre admirou e que passou a integrar inicialmente como consultor.

Tornou-se diretor executivo por mais de duas décadas e segue como assessor, ajudando a conduzir um trabalho voltado para a organização dos excluídos, a fim de que possam influenciar políticas públicas.

Sob sua gestão, o MOC esteve à frente de mobilizações históricas, como a luta por indenizações justas na barragem de Pedra do Cavalo, a redução de impostos sobre a agricultura familiar, a erradicação do trabalho infantil na região e a consolidação da convivência com o semiárido, modelo reconhecido nacional e internacionalmente.

Conviver com o semiárido é reconhecer a inteligência e a capacidade de luta de sua gente, respeitar sua cultura e implementar políticas voltadas para a população excluída.
Naidison Baptista - Educador

Defende, o educador que também lembra que mais de um milhão de cisternas foram construídas a partir dessa visão.

E quando se fala em futuro de Feira, o que ele deseja é que a cidade erradique a fome, humanize seus espaços, valorize a cultura e assuma plenamente seu papel como Portal do Sertão, mostrando ao mundo a força e a dignidade do povo sertanejo.

Roberta Santana – A construção de uma trajetória ligada à terra natal

Natural de Feira de Santana, a secretária de Saúde da Bahia, Roberta Santana, se orgulha por ter construído sua trajetória pessoal e profissional sem nunca se afastar de sua cidade natal, mesmo trabalhando há quase 20 anos em Salvador.

Entre as memórias mais queridas, estão as idas ao Centro de Abastecimento com o pai, ainda criança, para comprar verduras e carne de sertão, e as tardes de natação no Feira Tênis Clube, espaço que também marcou sua adolescência.

Ela recorda, com carinho, os domingos no Clube da Telebahia, as tradicionais micaretas - das mortalhas aos abadás -, além das festas como o Baile Preto e Branco e a Noite do Havaí.

Hoje, também carrega lembranças como mãe, levando as filhas ao “Domingo Tem Teatro”, no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca).

Roberta Santa, secretária de Saúde da Bahia
Roberta Santa, secretária de Saúde da Bahia | Foto: Barbara Silveira/ Saúde GovBA

Formada pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Roberta destaca o orgulho de poder retribuir à cidade, como gestora pública, o conhecimento adquirido na instituição.

À frente da Secretaria de Saúde do Estado, ela celebra avanços importantes em Feira, como a construção do Hospital Geral Clériston Andrade 2, que tornou o HGCA a maior unidade pública hospitalar do interior da Bahia; o Hospital Estadual da Criança, a Policlínica Regional de Saúde e o recente pacote de obras que inclui a 5ª etapa de ampliação do HGCA, novas Unidades Básicas de Saúde (UBS), um Centro de Atenção Psicossocial (Caps), uma Oficina Ortopédica e um Laboratório de Análises Clínicas.

Mesmo reconhecendo os progressos, Roberta ressalta a importância de fortalecer a Atenção Primária, que hoje cobre cerca de 82% do município.

Seu desejo é ver essa cobertura chegar a 100%, garantir maternidades preparadas para um parto digno e ampliar a rede de especialistas, assegurando que todos os níveis de atenção respondam às necessidades da população feirense.

Felipe Freitas - A força da justiça com raízes em Feira

Secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia, Felipe Freitas carrega em si memórias que atravessam campos e salas de aula, vaquejadas e plenárias estudantis, a vida no distrito de Jaguara e a efervescência política da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).

Entre a Fazenda Sossego e o bairro Feira VI, construiu um vínculo profundo com a cidade que o formou como cidadão, marido e líder.

Tenho muito afeto pelas imagens da Feira sertaneja, das criações de gado e montarias de vaquejada, que me lembram meus primos e tios. Mas também carrego as lembranças da Uefs, que foi minha segunda casa muito antes de eu ser aluno, o lugar onde conheci minha esposa e vivi experiências fundamentais de formação política e teórica.
Felipe Freitas - Secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia

Foi na adolescência, inspirado por figuras como Albertino Carneiro, Ivannide Santa Bárbara e Padre Luís Ângelo, que Felipe deu seus primeiros passos na militância.

As plenárias do movimento estudantil, as lutas por mobilidade urbana e as batalhas por melhores condições de vida fizeram de Feira o palco de sua iniciação na luta por direitos humanos e justiça social.

Felipe Freitas, secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia
Felipe Freitas, secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia | Foto: Olga Leiria / Ag. A TARDE

“Sou muito grato por ter ‘me criado’ num ambiente político tão fértil e inspirador”, afirma.

Hoje, à frente da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia, Felipe olha para a terra natal com a mesma paixão, mas sem perder o senso crítico. Reconhece os avanços, mas também os desafios.

Feira ainda tem graves problemas em termos de políticas sociais e desenvolvimento humano. Apesar de ser uma cidade rica, não conseguiu superar a desigualdade. Minha expectativa é que consigamos construir um pacto político que a eleve ao patamar de uma cidade moderna, inclusiva, generosa com seu povo e suas tradições.
Felipe Freitas - Secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia

Para ele, o futuro de Feira de Santana passa pelo pleno reconhecimento e proteção dos direitos humanos, pela defesa da justiça e pela liberdade que sempre fizeram parte da história da cidade.

Um futuro que, acredita, precisa ser construído com coragem, generosidade e compromisso coletivo; qualidades que ele próprio aprendeu desde cedo, vivendo e lutando por sua cidade.

Juscelino Brito – De um sonho na garagem de casa ao compromisso com o desenvolvimento da cidade

Há mais de três décadas, Feira de Santana acolheu um jovem casal que trazia na bagagem mais coragem do que certezas. Vindos de Amargosa, Juscelino Brito e sua esposa, Eliene, chegaram em 1993 com um sonho: construir um futuro digno por meio do trabalho.

No Conjunto Feira V, nasceu, na garagem de casa, a primeira farmácia Brito, fruto de improviso, dedicação e muita vontade de fazer dar certo.

Juscelino Brito, empresário do ramo farmacêutico que atua a mais de 30 anos em Feira de Santana
Juscelino Brito, empresário do ramo farmacêutico que atua a mais de 30 anos em Feira de Santana | Foto: Reprodução/Câmara Municipal de Feira de Santana

O que começou como um pequeno negócio familiar se transformou em uma rede com 20 unidades. Para Juscelino, o número impressiona, mas o verdadeiro orgulho está na trajetória.

Cada filial é resultado de uma história de trabalho, de dedicação e, principalmente, de pessoas que acreditaram junto comigo.
Juscelino Brito - Empresário

Feira, para ele, foi mais que endereço, foi parceira.

“Me deu oportunidades, me ensinou, me abraçou. E eu me comprometi com ela”, diz.

Esse compromisso se renovou quando aceitou o convite de Luís Mercês para sucedê-lo na presidência da Câmara de Dirigentes Lojistas de Feira de Santana (CDL).

Mesmo diante das demandas da rede de farmácias, Brito viu na função uma forma de retribuir: fortalecer o comércio e contribuir para o desenvolvimento da cidade.

Sempre reconhecendo que conquistas não se fazem sozinho, ele dedica um agradecimento especial às equipes que o acompanham, seja no próprio negócio ou na CDL.

“São elas que tornam os projetos possíveis, com profissionalismo, compromisso e humanidade”, ressalta.

Olhando para o futuro, Brito deseja ver uma Feira cada vez mais forte, unindo ainda mais as entidades de classe, representações políticas e sociedade civil em torno de um mesmo propósito: o crescimento e o desenvolvimento da cidade que ele escolheu para chamar de lar.

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