CASO DE JUSTIÇA
Banda Diamba tem marca disputada por fundadores e paralisa shows
Músicos participaram de uma audiência judicial para tentar um acordo


Integrantes da banda baiana de reggae Diamba estão vivendo um período de conflito em 2026. Criada há cerca de 30 anos pelo baixista Renato Nunes e pelo cantor Duda Sepúlveda, ex-vocalista do grupo, a licença da marca está sendo disputada judicialmente pelos músicos.
De acordo com informações do próprio Ricardo, que publicou um vídeo em seu perfil do Instagram, ele tentou realizar um acordo para reaver os direitos sobre a banda, porém não obteve sucesso na tentativa. Ele não citou diretamente o nome de Duda, mas é o artista quem ainda utiliza a marca Diamba em suas apresentações solo.
“Hoje, coincidentemente no dia do meu aniversário, a gente teve uma audiência, uma tentativa de conciliação com relação à nossa propriedade, que é a marca Diamba. Fizemos todo um planejamento para que fosse tudo da forma justa, correta e verdadeira como tem que ser”, disse Ricardo na gravação.
“Todas as pessoas sabem que nós somos fundadores da banda desde 1996, além de investidores e sócios. Entretanto, nos foi dito pela outra parte, que se diz a única dona da marca Diamba, que não tem e não haveria acordo”, completou.
Atividades paradas
Em seu relato, o músico também afirmou que a Diamba está com as atividades paradas desde o início da batalha judicial, impedida de realizar apresentações devido a falta de posse da marca.
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“A gente passou muito tempo sem falar com vocês e sem explicar os porquês da banda ter parado. Só houve um depoimento do antigo cantor, né? Mas estamos aí e vamos levar para frente”, explicou.
“Acreditamos na Justiça e sabemos que o que está sendo colocado para a gente não é o certo e eu espero que o senso comum faça valer aquilo que é verdade e que é justo”, concluiu ele.
Pronunciamento
A equipe do portal A TARDE procurou os envolvidos no caso, mas não obteve respostas até o fechamento da matéria. O espaço segue aberto.


