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Ex-diretor de presídio suspeito de matar namorada tinha família "escondida"

Empresária pode ter sido enganada pelo ex-diretor de presídio, que mantinha família “escondida” em outro estado.

Luan Julião
Por
relacionamento entre os dois começou em novembro do ano passado
relacionamento entre os dois começou em novembro do ano passado - Foto: Reprodução / Redes Sociais

Apurações iniciais indicam que a empresária Flávia Barros, morta em um hotel de Aracaju por Tiago Sóstenes Miranda de Matos, ex-diretor do presídio de Paulo Afonso, no norte da Bahia, pode não ter conhecido toda a vida do policial penal. Segundo apurações, Tiago seria casado e teria três filhos, mantendo sua família “escondida” em outro estado, sem que Flávia tivesse ciência.

O relacionamento entre os dois começou em novembro do ano passado, mas apenas uma semana antes do crime a relação foi oficializada, quando Tiago pediu a empresária em namoro no dia do aniversário dela. Embora o casal morasse em Paulo Afonso, viajaram juntos para Aracaju para assistir a um show na noite anterior ao crime, hospedando-se no hotel onde o assassinato ocorreu.

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Até o momento, não há detalhes sobre o que motivou o ataque. Após o caso ganhar repercussão, Tiago foi exonerado do cargo de direção do presídio. Fontes indicam que, logo depois do crime, ele tentou tirar a própria vida usando a arma funcional que estava sob sua posse.

Ele foi socorrido, passou por cirurgia no Hospital de Urgências de Sergipe no domingo e, após a estabilização de seu quadro de saúde, recebeu alta, foi submetido a exames periciais e transferido para um presídio militar, permanecendo à disposição da Justiça. A Seap confirmou que a arma utilizada pertence à instituição.

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