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Médico que matou dois se livra da prisão "por não oferecer risco"

suspeito foi preso em flagrante e permanece à disposição da Justiça

Jair Mendonça Jr
Por
Carlos Alberto Azevedo Silva Filho,
Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, - Foto: Reprodução internet

O médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, de 44 anos, preso após matar dois colegas a tiros em Barueri, na Grande São Paulo, já havia sido detido anteriormente e liberado pela Justiça.

A informação consta em decisão judicial que revogou a prisão preventiva do profissional em 2025, em um processo relacionado a agressão e injúria racial em Sergipe.

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O caso anterior ocorreu em um hotel de Aracaju, onde o médico foi acusado de agredir funcionários, proferir ofensas de cunho racista e danificar o patrimônio do local. À época, ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar de Sergipe e encaminhado ao Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf).

Cerca de um mês depois, a Justiça revogou a prisão preventiva, sob o entendimento de que a liberdade do investigado não representaria risco à ordem pública. Na decisão, foram impostas medidas cautelares, como pagamento de fiança equivalente a dez salários mínimos, comparecimento mensal em juízo e proibição de deixar a comarca sem autorização.

Seis meses após o episódio em Sergipe, Carlos Alberto voltou a ser preso, desta vez acusado de matar dois médicos em frente a um restaurante localizado na Avenida Copacabana, no bairro Alphaville Plus, em Barueri, na sexta-feira, 16.

Segundo informações da polícia, o suspeito se envolveu em uma discussão com as vítimas dentro do estabelecimento, chegou a ser agredido e, em seguida, deixou o local. Minutos depois, retornou armado e efetuou disparos contra Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35.

Vinicius foi atingido por dois tiros e chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Luís foi alvejado por oito disparos em diferentes partes do corpo e também morreu após atendimento médico.

De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito foi preso em flagrante e permanece à disposição da Justiça. O caso é investigado pela Polícia Civil de São Paulo.

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