TRAGÉDIA
Morre copiloto de helicóptero da polícia baleado na testa por fuzil
Policial estava internado em estado grave após fazer uma cirurgia


O copiloto Felipe Monteiro Marques, que foi baleado na testa por um tiro de fuzil durante operação em que atuava em um helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro, morreu no domingo, 17, aos 46 anos.
O agente estava internado em estado grave após fazer uma cirurgia para retirada de um hematoma na cabeça.
A morte foi confirmada no perfil de Felipe no Instagram, que é administrado pela esposa dele, Keidna Marques.
“Hoje nos despedimos de alguém que deixou sua marca por onde passou. Felipe foi um guerreiro do início ao fim, enfrentando cada desafio com coragem, determinação e fé”, diz a nota de pesar.
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Relembre o caso
Em março de 2025, o helicóptero da Polícia Civil onde Felipe estava foi alvejado por criminosos enquanto sobrevoava a favela Vila Aliança, na zona oeste do Rio. O policial levou um tiro de fuzil ao lado direito da testa, que atingiu o crânio dele.
O agente foi levado ao hospital em estado gravíssimo. No local, os médicos descobriram que ele havia perdido praticamente 40% do crânio. Posteriormente, ele foi transferido para uma unidade de saúde particular na zona sul do Rio.
Em outubro de 2025, a esposa de Felipe contou ao UOL que os médicos consideraram que o piloto teve sorte.
Algumas circunstâncias, como o fato de a bala ter entrado de baixo para cima e ter batido na janela do helicóptero antes de atingir a testa do policial, fizeram com que o tiro não fosse fatal.


