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Mulher é presa suspeita de envolvimento na execução de delegado em SP

Segundo a polícia, ela teria transportado um fuzil utilizado pelos criminosos no assassinato

Redação
Por Redação
| Atualizada em
Mulher está presa no 6º DP
Mulher está presa no 6º DP - Foto: Reprodução | Vídeo CNN

Foi presa nesta quinta-feira, 18, em São Paulo, uma mulher suspeita de participação na morte do ex-delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, que foi executado com mais de 20 tiros na cidade de Praia Grande, no litoral paulista.

De acordo com as investigações, ela teria transportado um fuzil utilizado no crime. A arma teria sido transportada em uma sacola. A prisão preventiva foi decretada pela Justiça a pedido a Polícia Judiciária.

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Segundo a CNN, a mulher, de 25 anos, informou que não sabia o que carregava na sacola, versão que não convenceu a polícia. Ela está detida no 6° DP.

As forças de segurança seguem mobilizadas para identificar e prender todos os envolvidos no crime. Além da mulher presa, a polícia já identificou outros dois homens suspeitos de participação no crime. Objetos apreendidos durante o cumprimento de oito mandados de busca e apreensão, na capital e na Grande São Paulo, estão em análise pericial.

O secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, comentou sobre a prisão em uma publicação nas redes sociais.

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Relembre o crime

O ex-delegado-geral de São Paulo e atual secretário de Administração de Praia Grande, Ruy Ferraz Fontes, foi morto a tiros na última segunda-feira, 15, no litoral paulista.

Conhecido por sua atuação firme contra o crime organizado e considerado um dos principais inimigos do Primeiro Comando da Capital (PCC), ele foi executado quando dirigia um carro no bairro Nova Mirim, em Praia Grande. A informação é do G1.

Segundo a Polícia Militar, criminosos desceram de outro veículo e atiraram diversas vezes contra o carro de Fontes, que perdeu o controle da direção e morreu no local. O crime ocorreu por volta das 18h, na Avenida Dr. Roberto de Almeida Vinhas, próximo ao Fórum da cidade.

Linhas de investigação

Há entre três a quatro linhas de investigação em torno da morte do delegado aposentado que estão sendo levadas em conta pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais).

Uma das principais linhas é a vingança de facções criminosas, em especial o PCC. Ruy Ferraz foi responsável por mapear a estrutura do PCC nos anos 2000. Outra linha é a possível ligação do crime com o trabalho do delegado aposentado na Prefeitura de Praia Grande como secretário de Administração.

O titular da SSP-SP, Guilherme Derrite, divulgou o nome de dois suspeitos de participação no crime que estão sendo procurados pelas forças de segurança. São eles: Flávio Henrique Ferreira de Souza e Felipe Avelino da Silva.

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ex-delegado execução Morte praia grande São Paulo

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