DETIDO
Papai Noel é preso por estupro enquanto trabalhava em shopping
De acordo com a Polícia Civil, imagens mostraram o flagrante do homem de 67 anos

Por João Grassi

Um homem que trabalhava como Papai Noel em um shopping na cidade de Lages-SC foi preso por estupro de vulnerável. De acordo com a Polícia Civil, imagens da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) mostraram o flagrante do suspeito de 67 anos.
Conforme a delegada Bruna Viana, que trabalha no caso, o inquérito policial foi aberto a partir de uma denúncia. Após as investigações da polícia e o encaminhamento do caso à Justiça, o Ministério Público fez a denúncia e requereu a prisão preventiva do suspeito.
Apesar de ter sido preso no shopping, o homem que se veste de Papai Noel não cometeu o crime no estabelecimento onde mantém contato direto com crianças. O caso corre em segredo de Justiça e detalhes sobre o crime cometido não foram divulgados pela polícia.
“O mandado de prisão só foi cumprido no shopping, pois esse era o local de trabalho do homem, e onde ele estava no momento da diligência”, afirmou Bruna Viana em coletiva.
Em nota, o Lages Shopping Center se posicionou ressaltou que nenhum crime ocorreu "nas dependências do Shopping", e a ação policial "foi realizada sem que houvesse qualquer comunicação oficial ao empreendimento em razão do sigilo imposto à investigação".
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Nota do Lages Shopping Center
“O Lages Shopping Center foi surpreendido pelas informações divulgadas na data de ontem acerca de investigação conduzida sob segredo de justiça pela Polícia Civil do Estado de Santa Catarina, que resultou na prisão do profissional contratado para atuar como Papai Noel no cenário de Natal do Shopping. Diante dos fatos, o Lages Shopping Center manifesta seu absoluto repúdio a qualquer conduta que comprometa a integridade de seus clientes, em especial das crianças e famílias que frequentam o nosso empreendimento.
Ressaltamos que a atuação da Polícia Civil não decorreu de nenhum fato ocorrido nas dependências do Shopping, e foi realizada sem que houvesse qualquer comunicação oficial ao empreendimento em razão do sigilo imposto à investigação. Além disso, destacamos que a contratação foi realizada em estrita obediência à legalidade e integridade que norteiam nossa atuação, sendo que o Shopping já procedeu à imediata rescisão do contrato e segue à disposição das autoridades policiais para contribuir com o bom andamento das apurações oficiais, no que for cabível.”
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