EXCLUSIVO
PM preso por homicídio já atirou dentro de UPA e responde por violência doméstica
Jackson Monteiro Barbosa, de 32 anos, foi preso nesta terça-feira, 28

O policial militar preso nesta terça-feira, 28, por suspeita de matar um homem em Itapuã, em março deste ano, também foi o mesmo agente que disparou dentro de uma unidade de saúde em Simões Filho.
Segundo apuração do Portal A TARDE, Jackson Monteiro Barbosa, de 32 anos, surtou e disparou dentro da UPA no dia 15 de março, provocando pânico entre pacientes e profissionais de saúde. A confirmação foi de uma fonte policial que preferiu não ser identificada.
Na época, ele deu entrada na unidade para atendimento, mas se recusou a passar pelos procedimentos iniciais, como a aferição dos sinais vitais e o relato dos sintomas. Em seguida, ele teria se levantado e realizado disparos dentro da unidade.
Histórico polêmico
Além de ser suspeito do homícidio em Itapuã e atirar dentro da UPA, Jackson também tem um processo contra ele por violência doméstica.
Em nota, a Polícia Militar da Bahia, por meio da Corregedoria, informou que apoiou, nesta terça-feira, 28, a operação deflagrada pela Polícia Civil, voltada ao cumprimento de mandado de prisão preventiva contra ele.
O policial foi ouvido no DHPP e na Corregedoria antes de ser submetido a exame de corpo de delito e encaminhado sob escolta da Corregedoria da Polícia Militar, para a custódia no Batalhão de Choque.
"A PMBA ressalta que acompanha o caso por meio de sua unidade correcional e reafirma seu compromisso com a legalidade, a disciplina e a apuração rigorosa de quaisquer desvios de conduta".
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Prisão e morte
Jackson foi preso nesta terça-feira, 28, no bairro de Ponto Parada, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador.
Ele é investigado por homicídio e apontado como suspeito de matar Tiago Lopes Moreira, conhecido como "Baixinho", atingido por disparos de arma de fogo no dia 9 de março, em Itapuã, em Salvador.
Ele era policial militar lotado na 81ª Companhia Independente (CIPM), em Itinga, atuan como soldado e tem cerca de um ano e meio na corporação.
Entenda a investigação
De acordo com a Polícia Civil da Bahia (PC-BA), a investigação foi feita com:
- analisada imagens de câmeras de videomonitoramento da Secretaria da Segurança Pública (SSP);
- testemunhas foram ouvidas e depoimentos colhidos;
- dados foram cruzados com a Corregedoria da Polícia Militar.
Ele permanece custodiado à disposição do Poder Judiciário. As investigações seguem em curso, com diligências contínuas visando à completa elucidação dos fatos, bem como ao aprofundamento da análise técnica das provas já coletadas.
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