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RELATÓRIO

Bahia avança no reconhecimento da Esmeralda de Carnaíba

Material estabelece critérios territoriais, geológicos e produtivos para a Denominação de Origem da gema baiana

Redação
Por Redação
Material reconhece a delimitação da área geográfica de produção da gema.
Material reconhece a delimitação da área geográfica de produção da gema. -

A Bahia deu mais um passo no processo de reconhecimento da Indicação Geográfica (IG) da Esmeralda de Carnaíba, na modalidade Denominação de Origem (DO), com a elaboração e o envio, pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), de um documento técnico solicitado pela Cooperativa Mineral da Bahia (CMB).

O material reconhece a delimitação da área geográfica de produção da gema e será incorporado ao caderno de especificações técnicas que a cooperativa encaminhará ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

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Encaminhado pela SDE nessa quarta-feira, 7, o documento reúne informações que estabelecem o vínculo direto entre a esmeralda e a região localizada no norte do estado, servindo como base técnica para o pedido de reconhecimento da Indicação Geográfica.

De acordo com o secretário da SDE, Angelo Almeida, a entrega do material representa uma etapa fundamental do processo. “O documento consolida informações essenciais para o reconhecimento da Indicação Geográfica da Esmeralda de Carnaíba, fortalecendo a identidade do produto e o vínculo com o território onde ele é produzido”, afirmou.

O secretário destacou ainda a importância dessa fase para a organização e qualificação do processo. “Esse reconhecimento é importante porque organiza, qualifica e dá segurança técnica ao processo de valorização da Esmeralda de Carnaíba, ao definir com clareza os critérios territoriais, geológicos e produtivos que caracterizam a sua origem. Trata-se de um instrumento que fortalece a identidade do produto e contribui para o ordenamento da atividade associada ao território”, completou.

Com a inclusão do documento no caderno de especificações técnicas, o material passará a integrar o conjunto de informações que será analisado pelo INPI, responsável pela avaliação do pedido de Indicação Geográfica, conforme os critérios legais e técnicos exigidos para a concessão da Denominação de Origem.

A elaboração do documento foi coordenada pelo Centro Gemológico da Bahia (CGB), órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, em parceria com a Cooperativa Mineral da Bahia (CMB), e integra um conjunto de ações iniciadas em 2023 voltadas à estruturação da primeira Indicação Geográfica mineral do estado, alinhando conhecimento técnico-científico, organização produtiva e valorização territorial.

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Tags

Cooperativa Mineral da Bahia Denominação de Origem Esmeralda de Carnaíba Indicação Geográfica Secretaria de Desenvolvimento Econômico Valorização Territorial

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