PRESSA ELEITORAL
Eleições travam fim da escala 6x1 e projetos de segurança no Congresso
Casas Legislativas entram em modo de "sobrevivência pragmática"

A máxima de que o Brasil só engrena após o Carnaval vai ser ratificada nesta semana. Embora o ano legislativo tenha sido aberto formalmente no início de fevereiro, o balanço do mês é magro, já 13 além de aprovarem o próprio reajuste salarial, deputados e senadores desfrutaram de uma generosa folga de duas semanas.
O ritmo muda drasticamente. Com o calendário eleitoral batendo à porta, o Congresso entra em modo de "sobrevivência pragmática". O foco é único: votar o que rende votos em outubro e engavetar o que gera desgaste.
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Embate das bandeiras
O governo e a oposição já delimitaram seus campos de batalha para este semestre. De um lado, o Planalto tenta atrair a classe trabalhadora; de outro, a oposição foca no calcanhar de Aquiles da atual gestão.
"Cartada" de Lula
O governo quer capitalizar sobre o fim da jornada 6x1. Para evitar a lentidão de uma PEC (que exige quórum alto), estuda-se um "drible" jurídico via Projeto de Lei (PL). A meta é entregar a proposta até maio, visando o simbolismo do Dia do Trabalhador .
Ofensiva da oposição
Na Segurança Pública, o relator Mendonça Filho (União-PE) quer incluir uma consulta sobre a redução da maioridade penal na PEC do setor.
A medida é vista como um "xeque-mate" ideológico que mobiliza a base conservadora e empareda o PT.
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