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Medida extrema de Lula põe CV e PCC na mira do governo

Presidente assinou projeto de lei antifacção após reunião com ministros

Anderson Ramos
Por
| Atualizada em
Megaoperação contra o CV no Rio de Janeiro resultou na morte de mais de 120 pessoas
Megaoperação contra o CV no Rio de Janeiro resultou na morte de mais de 120 pessoas - Foto: Felipe Iruata / Ag A Tarde

O governo federal enviou nesta sexta-feira, 31, ao Congresso Nacional o projeto de lei antifacção, que visa combater o crime organizado no Brasil. Lula assinou a medida após reunião com ministros.

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A medida foi tomada após a megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) no Rio de Janeiro, realizada na última terça-feira, 31, que resultou na morte de mais de 120 pessoas, naquela que se tornou a ação policial mais letal da história fluminense.

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A iniciativa engrossa uma lista de movimentos do governo Lula no enfrentamento à violência com o intuito de reforçar o projeto do presidente à reeleição.

A medida foca em dois eixos principais:

  • aumento das penas para quem participar de organizações criminosas;
  • criação de novas ferramentas de investigação.

Um dos pontos da proposta é a criação de empresas jurídicas fictícias para infiltração no crime organizado com objetivo de coletar informações em relação ao fluxo operacional da facção alvo da investigação.

O projeto também propõe o monitoramento de conversas entre presos e advogados. Isso já existe nos cinco presídios federais do Brasil, mas a ideia é ampliar a todas as penitenciárias do país.

O texto também prevê a criação de um banco nacional de dados de organizações criminosas, que abrangeria nomes de todos os integrantes das facções espalhadas pelo Brasil, fora e dentro dos presídios.

Prioridade

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta semana que dará prioridade para a votação da proposta que mira facções como o CV e o Primeiro Comando da Capital (PCC).

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ccv crime organizado governo Lula lei antifacção PCC Rio de Janeiro

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