ELEIÇÕES
Otto Alencar reage à proposta de Wagner a Coronel: "Não aceitaria"
Senador afirmou que decisão formação de chapa majoritária na Bahia passará por Lula

Por Yuri Abreu

O senador Otto Alencar (PSD-BA) reagiu à proposta feita por Jaques Wagner (PT-BA) a Angelo Coronel (PSD-BA), para que o pessedista seja suplente do petista nas eleições de outubro deste ano.
Wagner falou sobre a possibilidade, na última quarta-feira, 14, em meio as especulações para a composição da chapa liderada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Segundo o petista, a proposta foi apresentada durante conversa com Coronel, como alternativa para preservar a unidade do grupo.
"Conversando com Coronel, eu falei: ‘Coronel, não vamos brigar por isso. Vai rachar só pelo prazer de ser candidato? Bora tentar fazer um bem bolado, por que você não pode tentar ser meu suplente?’. Ele, por enquanto, não deu resposta", relatou o petista ao Política Ao Vivo.
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Negativa
Em entrevista ao Portal A TARDE, nesta sexta-feira, 16, Otto avaliou a oferta feita por Wagner a Coronel. "Eu não aceitaria. Isso fere o amor próprio da pessoa", disparou. Apesar disso, reforçou que o apoio dele na eleição ao governo da Bahia irá para Jerônimo Rodrigues (PT).
De acordo com ele, a decisão sobre quem serão os postulantes as duas vagas da Bahia ao Senado deve passar também pelo crivo do presidente Lula. A expectativa é a de que as legendas se reúnam, em breve, para debater a questão e chegar a um denominador comum.
"A melhor resposta é aquela que não se dá", diz Coronel sobre oferta de Wagner
O senador Angelo Coronel (PSD-BA) respondeu à declaração do senador Jaques Wagner (PT-BA), o qual afirmou, nesta quarta-feira, 14, que procurou o correligionário para as tratativas da formação da chapa majoritária ao Senado em 2026, e apresentou a ele, como uma das alternativas, a possibilidade de o pessedista ocupar a vaga de suplente ou de Wagner ou de Rui Costa.
Uma ala do grupo petista defende a composição chamada de "puro-sangue", com nomes apenas do PT: além de Wagner, o outro nome seria o do ministro da Casa Civil, Rui Costa. Caso o arranjo se confirme, Coronel teria que buscar uma alternativa fora da base governista.
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