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PDDU e Plano de Segurança: prefeito de Salvador revela prazo para votação na Câmara

Bruno Reis (União Brasil) explicou demandas da gestão com o Legislativo municipal

Ane Catarine e Yuri Abreu
Por Ane Catarine e Yuri Abreu
| Atualizada em

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Prefeito de Salvador, Bruno Reis , e presidente da Câmara, Carlos Muniz
Prefeito de Salvador, Bruno Reis , e presidente da Câmara, Carlos Muniz -

A revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) de Salvador deve chegar à Câmara Municipal apenas no segundo semestre. A previsão é do prefeito Bruno Reis (União Brasil), que detalhou, na manhã desta terça-feira, 14, o andamento da atualização da lei que orienta o planejamento urbano da cidade.

“Estamos concluindo a análise da revisão do PDDU, vamos iniciar as audiências públicas e depois enviar para a Câmara. O PDDU deve chegar no segundo semestre porque há uma série de formalidades que precisam ser cumpridas”, explicou o gestor ao ser questionado pelo portal A TARDE.

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Em meio ao esvaziamento das sessões plenárias da Câmara, já impactadas pelo ano eleitoral, Bruno afirmou que não pretende enviar novos projetos ao Legislativo nos próximos meses. Ainda assim, defendeu a aprovação do Plano Municipal de Segurança Pública, que já está em tramitação.

“Não temos nenhum projeto prioritário para votar na Câmara agora. Hoje, está em tramitação o Plano Municipal de Segurança Pública. É muito importante que seja aprovado, mas não há no radar o envio imediato de novos projetos. O presidente da Casa, Carlos Muniz, tem dito que deve votar o plano ainda no primeiro semestre”, disse.

Revisão do PDDU no limite

A Prefeitura de Salvador tem até o fim deste ano para entregar o novo PDDU. A última atualização completa foi feita em 2015, com sanção em 2016.

Com isso, o plano atual atinge, em 2026, o prazo de oito anos de vigência, além de um período adicional sem atualização legislativa.

O PDDU é o principal instrumento legal que orienta o crescimento e a organização urbana do município.

Em setembro de 2025, a gestão municipal contratou a empresa Fundação Getúlio Vargas (FGV), para elaborar o documento. Para o serviço, a gestão municipal vai pagou R$ 3,6 milhões, de acordo com o Diário Oficial do Município (DOM).

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