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PL realiza manobra para evitar cassação de Eduardo Bolsonaro

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vem buscando saídas para evitar a perda do mandato

Redação
Por Redação
Deputado federal Eduardo Bolsonaro na Câmara dos Vereadores de Salvador a convite do vereador Alexandre Aleluia.
Na foto: Eduardo Bolsonaro, deputado federal (PSL)
Foto: Rafael Martins/ Ag: A TARDE
Data: 07/02/2020
Deputado federal Eduardo Bolsonaro na Câmara dos Vereadores de Salvador a convite do vereador Alexandre Aleluia. Na foto: Eduardo Bolsonaro, deputado federal (PSL) Foto: Rafael Martins/ Ag: A TARDE Data: 07/02/2020 - Foto: Foto: Rafael Martins/ Ag: A TARDE

Para evitar a cassação do mandato deputado federal autoexilado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o partido do qual ele faz parte o indicou para o cargo de líder da minoria na Câmara. A decisão foi tomada na tarde desta terça-feira, 16, após a ocupante do posto, a deputada Caroline de Toni (PL-SC) renunciar e abrir espaço ao colega de partido.

“Gostaria de comunicar a todos a minha renúncia à liderança da minoria da Câmara dos Deputados para transferir essa responsabilidade ao deputado Eduardo Bolsonaro. Tomamos essa decisão convictos de que o Brasil precisa de união e de coragem especialmente diante das perseguições políticas que tanto Eduardo quanto Jair Bolsonaro estão sofrendo”, disse a parlamentar.

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O líder do PL na Casa, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que a medida foi dialogada com o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). A assessoria de imprensa do paraibano, porém, conforme o Valor, nega que houve acordo. Embora o PL tenha anunciado a indicação, a nomeação de Eduardo precisa ser referendada por Hugo Motta.

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Ainda segundo Cavalcante, a decisão é amparada por um ato da Mesa Diretora de 2015, ainda durante a gestão de Eduardo Cunha, que permite que, em razão da “natureza das atribuições”, as presenças de líderes e membros da Mesa não precisam ser registradas.

O ato citado pelo parlamentar foi publicado em março daquele ano. O texto diz que a Mesa Diretora passaria a considerar justificadas as ausências em sessões deliberativas de membros da Mesa Diretora e os líderes partidários.

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