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SOB LUPA

Postos de saúde e escolas de Santo Estevão são monitorados pelo MP

Portarias estabelecem cronograma de fiscalização rigorosa sobre serviços essenciais

Rodrigo Tardio
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Órgão investiga desde alvarás sanitários em postos de saúde até aplicação de recursos na educação básica
Órgão investiga desde alvarás sanitários em postos de saúde até aplicação de recursos na educação básica -

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) oficializou a abertura de dois procedimentos administrativos para monitorar a gestão do prefeito Tiago da Central (União Brasil), no município de Santo Estêvão, centro norte da Bahia.

As portarias, assinadas pelo MP-BA estabelecem um cronograma de fiscalização rigorosa sobre serviços essenciais oferecidos à população de aproximadamente 50 mil habitantes.

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Saúde pública

A primeira frente de atuação do MP investiga as condições sanitárias das unidades de saúde da rede municipal. O órgão concentra esforços na verificação da procedência e potabilidade da água utilizada nos postos, além da regularização dos alvarás sanitários de funcionamento.

Embora o governo municipal tenha divulgado recentemente melhorias no setor, o Ministério Público ressalta que a medida é necessária para garantir o cumprimento estrito das normas de segurança e higiene, fundamentais para o atendimento seguro aos pacientes.

Educação em pauta

No setor educacional, o objetivo é a avaliação técnica das políticas públicas voltadas à educação básica. O procedimento administrativo vai servir para acompanhar a efetividade do ensino e a aplicação dos recursos na área.

De acordo com o texto da promotoria, o papel de controle externo vai ser intensificado, podendo resultar em recomendações administrativas ou na adoção de medidas judiciais mais severas caso sejam detectadas irregularidades ou omissões por parte da prefeitura.

O que diz a Lei

De acordo com o Ministério Público, a instauração desses procedimentos é uma ferramenta de controle externo. Caso a gestão municipal não atenda às exigências ou apresente falhas graves, o promotor pode evoluir o caso para uma Ação Civil Pública, com o objetivo de que se corrija imediatamente os serviços prestados.

A reportagem procurou a Prefeitura de Santo Estevão e ainda aguarda resposta aos questionamentos.

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Educação Básica fiscalização Ministério Público santo estêvão saúde pública

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