BRASIL
Senado aprova criação de Instituto Federal em reduto de Hugo Motta
Legislativo ainda aprovou a criação de 26 mil cargos no Poder Executivo

O Senado aprovou, em sessão realizada na terça-feira, 10, a criação do Instituto Federal do Sertão Paraibano. A nova unidade de ensino terá sede em Patos, interior do estado nordestino, base política e reduto familiar do atual presidente da Câmara das Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
O município é administrado pelo pai de Motta, o prefeito Nabor Wanderley (Republicanos), que é pré-candidato a Casa Alta nas eleições de outubro deste ano.
A criação da unidade só foi possível após o Projeto de Lei 5.874 de 2025 ter sido aprovado em regime de urgência e alterar a Lei 11.892, de 2008, permitindo o desmembramento do atual Instituto Federal da Paraíba para a fundação da nova instituição de ensino.
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O custo estimado para a implantação do novo instituto é de aproximadamente R$ 9,3 milhões entre os anos de 2026 e 2028.
- 2026 R$ 2.973.240,13
- 2027 R$ 3.116.847,63
- 2028 R$ 3.267.391,37
- TOTAL R$ 9.357.479,13
O texto agora segue para a sanção do presidente Lula (PT).
Criação de 26 mil vagas no Poder Executivo
O mesmo PL aprovado pelos parlamentares tem outros três textos apensados que criam 26.688 novos cargos no governo federal. O impacto total estimado é de até R$ 5,3 bilhões em 2026, segundo o Ministério da Gestão e da Inovação (MGI).
Conforme a matéria, os valores estão previstos na LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2026, mas a execução integral depende da implantação de institutos federais e dos concursos públicos para os novos cargos.
Hugo Motta e César Borges são homenageados em Salvador
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), recebeu a medalha de mérito “Deputado Luís Eduardo Magalhães”, durante cerimônia na manhã da última segunda-feira, 9, em evento no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM), no Centro Administrativo da Bahia (CAB).
A homenagem, segundo a Corte, ocorreu após à atuação dele para a aprovação da a chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição 302/2017) da Essencialidade, que define os tribunais de contas como órgãos permanentes do Estado brasileiro e essenciais ao controle externo da administração pública.
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