DESABAMENTO
Após desabamento em Pirajá, risco para casas vizinhas preocupa
Moradores aguardam resposta das autoridades sobre possíveis danos em imóveis próximos
A segurança dos imóveis localizados ao redor do prédio que desabou em Pirajá, na madrugada deste sábado, 6, ainda é uma incógnita para moradores e autoridades.
Segundo a Defesa Civil de Salvador (Codesal), somente após a retirada dos escombros será possível determinar se as estruturas vizinhas sofreram danos ou apresentam risco.
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O acidente envolveu um imóvel residencial de três pavimentos com cobertura, que desabou repentinamente durante a madrugada. Uma criança que dormia no local foi resgatada com ferimentos leves. Desde então, equipes de emergência atuam no isolamento da área e no atendimento aos moradores afetados.
Avaliação depende da remoção dos escombros
Em pronunciamento realizado na manhã deste sábado, o diretor-geral da Codesal, Adriano Silveira, afirmou que ainda não há elementos suficientes para confirmar ou descartar riscos nas residências próximas ao imóvel que caiu.
De acordo com ele, as equipes técnicas já estão mobilizadas na região, mas a análise detalhada das construções vizinhas depende de uma etapa anterior conduzida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur).
"À medida que a Sedur fizer a remoção dos escombros e demolição das partes instáveis que ainda oferecem risco para essa situação, a gente vai estar entrando no circuito para poder entender se existe risco nas casas circunvizinhas a essa estrutura", explicou Adriano.
Área segue isolada
Enquanto a avaliação estrutural não é concluída, o trabalho das autoridades está concentrado em garantir a segurança do perímetro atingido. O acesso às áreas consideradas de risco permanece restrito, e a remoção dos destroços é tratada como prioridade para permitir o avanço das inspeções técnicas.
A expectativa é que, após a conclusão dessa etapa, a Codesal possa verificar com mais precisão as condições das edificações vizinhas e definir se será necessário adotar medidas adicionais para proteger os moradores da região.