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PREOCUPAÇÃO

Mpox: Brasil chega a 90 casos com mais dois estados na lista

Além dos casos confirmados, o país acumula mais de 180 notificações suspeitas

Leilane Teixeira

Por Leilane Teixeira

24/02/2026 - 19:15 h

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a mpox como emergência global de saúde pública
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a mpox como emergência global de saúde pública -

O Brasil chegou a marca 90 diagnósticos confirmados de mpox, conforme levantamento mais recente do Ministério da Saúde em conjunto com secretarias estaduais.

Além dos casos confirmados, o país acumula mais de 180 notificações suspeitas. Destas, 57 já foram descartadas após análise. Somente em São Paulo, mais de 70 pacientes aguardam resultado laboratorial.

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Números por estado

  • São Paulo concentra a maior parte das ocorrências, com 63 registros;
  • Rio de Janeiro aparece na sequência, com 15 casos;
  • Rondônia contabiliza quatro confirmações;
  • Minas Gerais três casos
  • Rio Grande do Sul tem dois registros;
  • Santa Catarina tem um caso
  • Distrito Federal também tem um caso;
  • Paraná também entra na lista com um caso confirmado

Em nota, o governo federal informou que acompanha a evolução do cenário epidemiológico e reforçou que o Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe de estrutura para diagnóstico, acompanhamento clínico e adoção de medidas para evitar novos contágios.

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Entenda a doença

A mpox é uma infecção viral zoonótica, causada por um vírus da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com a pele de pessoas infectadas, especialmente quando há lesões aparentes. Também pode acontecer por meio de secreções respiratórias, contato íntimo prolongado ou compartilhamento de objetos pessoais contaminados.

Os sinais mais frequentes incluem febre, dor de cabeça, dores no corpo, cansaço e o surgimento de erupções cutâneas que evoluem para bolhas, podendo atingir rosto, tronco e outras áreas do corpo.

Não existe, até o momento, um medicamento específico amplamente indicado para a doença. O tratamento é voltado ao controle dos sintomas e à prevenção de complicações. Pessoas infectadas devem permanecer isoladas até que todas as lesões cicatrizem, processo que pode levar de duas a quatro semanas.

Apesar de não haver registro de mortes no país até agora, especialistas alertam que a mpox pode apresentar agravamento em determinados perfis de pacientes, sobretudo na ausência de acompanhamento médico adequado.

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Tags:

brasil Ministério da Saúde mpox Rio de Janeiro São Paulo saúde pública sus vigilância epidemiológica

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