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Filé a R$ 470 e pastel a R$ 150: cardápio de praia famosa gera revolta

Preços exibidos em cardápio de praia reacendem denúncia de extorsão

Iarla Queiroz
Por
| Atualizada em
Valores considerados abusivos em cardápio de praia levantam suspeitas de extorsão
Valores considerados abusivos em cardápio de praia levantam suspeitas de extorsão - Foto: Shirley Stolze | Ag A TARDE

Imagens de um cardápio viralizaram nas redes sociais. Os preços, considerados 'fora da curva', reacenderam denúncias de extorsão contra turistas e trouxeram à tona um debate recorrente: a falta de fiscalização, licenças irregulares e riscos sanitários no comércio ambulante sobre a areia, especialmente em plena alta temporada.

Em foto que circula nas redes sociais, o cardápio exibido apresenta cifras que rapidamente viralizaram. Entre elas, filé com arroz, batata frita e salada por R$ 470 e seis unidades de pastel por R$ 150, o que coloca cada pastel próximo dos R$ 25.

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No mesmo material, aparece ainda um chamado “prato tropical”, descrito como uma combinação de isca de peixe, camarão e lula, ao preço de R$ 580.

Apesar dos altos valores, não há informações precisas sobre de onde seria a barraca que pratica esses preços.

Valores considerados abusivos em cardápio
Valores considerados abusivos em cardápio - Foto: Reprodução / Redes Sociais

Risco sanitário entra no debate

Internautas também chamam atenção para o risco sanitário no consumo de alimentos preparados diretamente na areia.

Diante de cenários de alta demanda turística, a orientação apresentada é simples: ler o cardápio com atenção, comparar valores e evitar consumo sob pressão. No caso de alimentos, a recomendação é observar manuseio, conservação e tempo de exposição ao calor, fatores que influenciam diretamente no risco sanitário.

Se houver suspeita de abuso, ausência de licença ou conduta inadequada, o consumidor deve registrar ocorrência e acionar os canais oficiais de fiscalização.

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