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MÚSICA BOA

Jeremias Gomes estreia no Vale do Capão com show histórico de reggae

Evento "Capão Reggae Vale" reuniu gerações no anfiteatro da Pousada do Capão

Isabela Cardoso

Por Isabela Cardoso

02/01/2026 - 11:59 h | Atualizada em 02/01/2026 - 14:13
Imagem ilustrativa da imagem Jeremias Gomes estreia no Vale do Capão com show histórico de reggae
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O primeiro pôr do sol de 2026 no Vale do Capão, na Chapada Diamantina, não foi apenas um marco cronológico, mas um divisor de águas para o reggae baiano. Com uma vista privilegiada para as montanhas que emolduram a vila, Jeremias Gomes, herdeiro do ícone Edson Gomes, fez sua aguardada estreia no Vale.

O evento "Capão Reggae Vale" aconteceu no anfiteatro da Pousada do Capão e recebeu público de todas as idades. A abertura ficou por conta da banda nativa Conexão Ponte Velha, um projeto familiar liderado pelo guitarrista Gustavo ao lado de seus filhos Maria (voz e violão), Kalu (bateria e percussão) e Maná (baixo). A harmonia da banda local preparou o terreno para uma noite de imersão sonora e espiritual.

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“Tocar em família é muito massa. Eu sou músico desde moleque, foi algo que mudou a minha vida, e ver os três no palco me dá o maior orgulho", celebrou Gustavo.

Jeremias Gomes subiu ao palco com a segurança de quem carrega o DNA do "Reggae Recôncavo", mas com a identidade consolidada em mais de uma década de estrada. O repertório foi uma jornada cuidadosa entre sua discografia autoral, incluindo sucessos dos álbuns Régua e Compasso (2010) e o recente Ao Vivo no Parque (2024), e clássicos incontornáveis de Bob Marley e Edson Gomes.

"É um repertório bem eclético dentro do universo reggae. A gente surfa muito nessa coisa do reggae recôncavo, que é de onde eu venho", explicou o artista. Jeremias chegou ao Capão após uma apresentação aclamada em Andaraí e destacou a recepção calorosa do público local. "É um momento de felicidade começar o ano de 2026 com essa vibe positiva num lugar super incrível e com um astral especial."

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2026: o ano do upgrade no reggae

Questionado sobre a atual ascensão do gênero, Jeremias ofereceu uma perspectiva analítica e otimista. Para ele, o fenômeno atual é fruto de uma combinação de fatores globais e nacionais.

"O filme de Bob Marley, exibido no mundo inteiro, mostrou que essa música jamaicana tem raízes muito fortes no Brasil. Além disso, as turnês de encerramento do Natiruts e o trabalho de bandas como Maneva, Ponto de Equilíbrio e o retorno do Cidade Negra contribuíram para esse upgrade", avaliou Jeremias. "Tudo isso deu um fôlego novo. Creio que 2026 será um ano muito bacana para o reggae."

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Tags:

chapada diamantina cultura musical Jeremias Gomes música brasileira reggae Vale do Capão

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