SAÚDE PET
Essa alimentação pode transformar a saúde do seu cachorro
Entenda como mudança pode contribuir com seu pet

Apontada como a melhor forma de promover saúde e prevenir doenças em pets, a “Alimentação Natural”(AN), é indicada por especialistas por trazer benefícios aos cachorros. A dieta consiste no fornecimento de alimentos frescos, como carnes, vegetais e fontes de carboidratos, em substituição à ração seca.
Ao adicionar esses alimentos na rotina do seu animal, ele pode contribuir com a redução do mau hálito, diminuição da queda de pelos e fezes com odor mais discreto.
Para ser segura, ela deve ser rigorosamente balanceada por um médico-veterinário especialista em nutrição para suprir todas as necessidades do pet.
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Como funciona a Alimentação Natural?
A alimentação não se resume a restos de comida humana, ela exige um cardápio calculado por um veterinário nutricionista para compor todos os nutrientes necessários.
A composição do prato acontece por meio de proteínas como frango, carne bovina, suína ou ovos, carboidratos como batata-doce, abóbora ou arroz integral, e legumes e fibras como cenoura, chuchu, abobrinha e brócolis.
Para preparar esses alimentos, é indicado cozinhar esses alimentos totalmente sem sal, cebola, alho ou óleos condimentados e evitar alimentos como uvas, uvas-passas, chocolate e carambola.
Além disso, os ingredientes caseiros podem gerar uma carência ou excesso de nutrientes nos animais. Para isso, é recomendado a implementação de suplementos vitamínicos receitados por um veterinário.
Da ração para a Alimentação Natural
Durante o processo de transição da ração para a alimentação natural, é comum ocorrer mudanças fisiológicas com os cachorros. Entre as alterações podem aparecer:
- Redução no consumo de água: pets que comem AN bebem muito menos água porque a dieta natural é cerca de sete vezes mais úmida que a ração seca.
- Apetite aumentado: o pet tende a demonstrar muito mais entusiasmo e pressa para comer, pois a alimentação natural é mais saborosa e cheirosa que a ração.
- Alterações nas fezes: é normal que o volume das fezes diminua drasticamente e que o pet não faça cocô todos os dias, devido à alta digestibilidade dos ingredientes frescos.
- Ajuste de peso: alguns animais podem perder peso inicialmente, sendo necessário aumentar a quantidade de alimento em 10% a 15% para personalizar a dieta ao metabolismo individual do pet.
Além disso, a aparência das fezes também muda conforme o cardápio: ossos podem deixá-las esbranquiçadas, vísceras as escurecem, e vegetais como abóbora ou beterraba podem tingi-las.
O que NÃO é normal na transição
Embora sintomas leves e passageiros possam ocorrer na fase de adaptação, é crucial que os tutores observem o processo de transição para a nova forma de alimentação.
Em casos de vômitos, fezes com muco, aumento de secreções nos olhos e ouvidos, manutenção de mau hálito ou queda excessiva de pelos, os donos dos cães devem procurar um veterinário e a pode precisar de um reajuste específico para as necessidades do seu animal.



