Caso Moa: promotor de Justiça acredita em condenação superior a 20 anos de prisão

Publicado quinta-feira, 21 de novembro de 2019 às 10:57 h | Atualizado em 21/01/2021, 00:00 | Autor: Da Redação, com informações de Andrezza Moura

Iniciado por volta das 8h desta quinta-feira, no Fórum Ruy Barbosa, o julgamento do barbeiro Paulo Sérgio Ferreira de Santana, acusado de matar a facadas o mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, o Moa do Katendê, no ano passado, tem previsão de conclusão às 20h. O crime ocorreu após uma suposta divergência política.

O primeiro a depor foi Germino do Amor Divino, irmão do capoeirista, que ficou ferido no ataque ocorrido em um bar nas imediações do Dique do Tororó, em Salvador. Depois foi a vez do dono do estabelecimento onde ocorreu o crime dar testemunho ao júri. Ambos relataram que não houve discussão antes do assassinato.

>>Acusado de matar Moa do Katendê vai a júri nesta quinta-feira

Em seguida, prestaram depoimento a filha de Moa, Somonair dos Santos da Costa, e outro irmão do mestre, Reginaldo Rosário da Costa, testemunha ocular do crime.

Representando o Ministério Público, o promotor Davi Galo é o responsável pela acusação; enquanto que a defesa do réu é feita pelo advogado Rodrigo Bittencourt de Oliveira. Para Davi Galo, a condenação do acusado deve ser superior a 20 anos de prisão.

O conselho de sentença é formado por sete jurados, sendo cinco homens e duas mulheres.

Paulo Sérgio responde por homicídio duplamente qualificado, com agravante pelo fato da vítima ter idade superior a 60 anos, e por tentativa de homicídio qualificado pelo ataque ao irmão de Moa.

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