BAHIA
Governo da Bahia cria comissão para definir futuro da antiga rodoviária de Salvador
Grupo vai avaliar estado do imóvel e definir medidas de preservação

Por Yuri Abreu

O governo da Bahia criou uma comissão para gerir a antiga rodoviária de Salvador, localizada em Pernambués, e que foi desativada após funcionar por 51 anos — nesta terça-feira, 20, em razão da inauguração de um novo equipamento, no bairro de Águas Claras, que passou a operar de forma oficial.
A medida para a criação do colegiado foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial do Estado (DOE). A comissão será formada por 12 pessoas, sendo quatro de cada um dos seguintes órgãos do governo: Saeb (Secretaria de Administração), Seinfra (Infraestrutura) e Agerba.
A este grupo, vai competir:
- Realizar levantamento físico e documental dos bens reversíveis vinculados ao Terminal Rodoviário de Salvador - TRS;
- Avaliar o estado de conservação do imóvel e dos bens reversíveis, propondo medidas necessárias à sua preservação;
- Acompanhar e fiscalizar o uso, a guarda e a manutenção do imóvel e dos bens reversíveis;
- Propor medidas administrativas destinadas a evitar a deterioração, o uso indevido ou a dilapidação do patrimônio público;
- Elaborar relatórios técnicos e informativos, sempre que necessário, a serem encaminhados às autoridades competentes.
Prazo da comissão
Ainda segundo a portaria assinada pelos secretários Rodrigo Pimentel (Administração) e Saulo Pontes (Infraestrutura), além de Carlos Henrique Azevedo (diretor-executivo da Agerba), a Comissão Conjunta terá prazo de duração de 12 meses, isto é, um ano, podendo ser prorrogado mediante ato conjunto dos três órgãos.
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Local pode receber conjunto habitacional, diz Jerônimo
Na segunda-feira, 19, durante a entrega da nova rodoviária de Águas Claras, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou que o antigo espaço pode ser transformado em um conjunto habitacional.
Segundo o petista, estudos técnicos estão sendo conduzidos para garantir que qualquer ocupação na região não comprometa a mobilidade urbana. O debate ainda envolve terrenos como o do Detran e podem incluir também pontos comerciais.
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