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MAPEAMENTO

TCM dá ultimato às prefeituras sobre transparência de “Emendas Pix”

Órgão reabre prazo até 17 de março para que gestores comprovem rastreabilidade de repasses parlamentares

Rodrigo Tardio

Por Rodrigo Tardio

13/03/2026 - 19:42 h

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Imagem ilustrativa da imagem TCM dá ultimato às prefeituras sobre transparência de “Emendas Pix”
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A Superintendência de Controle Externo do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) declarou o tom com as administrações municipais que ainda não detalharam o uso das chamadas “Emendas Pix”.

O órgão oficializou uma notificação às prefeituras baianas que ignoraram o questionário obrigatório sobre a transparência e rastreabilidade desses recursos. Com a baixa adesão inicial, o tribunal decidiu reabrir o prazo para o envio das informações até próxima terça-feira, 17 de março de 2026.

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O mecanismo de transferências especiais, popularizado como “Emenda Pix”, permite o repasse direto de recursos federais às caixas municipais sem a necessidade de convênios prévios.

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Se por um lado a modalidade garante agilidade, por outro, tornou-se um desafio para os órgãos de controle, que desativar agora mecanismos específicos de publicidade para que a sociedade possa acompanhar o destino final de cada real investido.

Municípios notificados

A lista de prefeituras em subsídios com informações fornecidas inclui cidades de peso político e econômico no estado. Entre os municípios que ainda não responderam ao TCM estão Ilhéus, São Francisco do Conde e Bom Jesus da Lapa. Também figuraram no levantamento do órgão de controle as cidades de Candeal, Cansanção, Lamarão, Retirolândia, Santa Bárbara, Tucano e Valente.

De acordo com o TCM, um novo link para o preenchimento do formulário eletrônico foi enviado diretamente aos e-mails de instituições dos prefeitos e secretários de finanças.

Rigor na rastreabilidade

De acordo com a Superintendência de Controle Externo, o questionário não é meramente burocrático, mas uma ferramenta de diagnóstico. O objetivo é mapear se as prefeituras possuem sistemas que permitem identificar a aplicação dos recursos de forma segregada.

“As Emendas Pix excluem maior rastreabilidade e publicidade na aplicação dos recursos públicos. A falta dessas informações impede o pleno exercício do controle externo”, alerta o órgão.

A omissão no envio dos dados até o novo prazo previsto pode resultar em avaliações administrativas aos gestores, além de comprometer o parecer prévio das contas anuais das prefeituras referentes ao exercício de 2025 e 2026.

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Tags:

controle externo emendas Pix gestão municipal rastreabilidade financeira transparência pública tribunal de contas

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