LEVANTAMENTO
Desemprego cai para 5,2% e atinge menor nível desde 2012
Dados foram divulgados pelo IBGE


A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,2% nos três meses até setembro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira, 30.
O percentual equivale ao menor patamar de toda a série histórica da pesquisa, divulgada desde 2012, para o período.
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Desemprego no Brasil
Entre julho e setembro, o desemprego atingia 5,2% dos brasileiros. O nível divulgado pela Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) aproxima a taxa do nível alcançado em dezembro do ano passado (5,1%), período que marca o menor desemprego de toda a série do IBGE.
A taxa é a menor da série histórica para um terceiro trimestre. O percentual da população desocupada é inferior ao registrado no mesmo período do ano passado (5,6%) e, consequentemente, o mais baixo de toda a história da pesquisa, iniciada em 2012, para o período.
No Brasil, cerca de 5,63 milhões ainda procuram trabalho no Brasil. O total de pessoas que buscaram, sem sucesso, uma colocação no trimestre compreendido entre junho e agosto também é o menor da série histórica para o trimestre.
No mesmo período do ano passado, 6,04 milhões buscavam uma colocação profissional no mercado de trabalho.
O que é a Pnad Contínua
O estudo do IBGE é divulgado desde 2012 e abrange todo o território nacional. Em suas coletas, a pesquisa avalia indicadores relacionados à força de trabalho entre a população com 14 anos ou mais. O grupo é aquele que integra a população economicamente ativa do Brasil.
Indicadores utilizam as informações dos últimos três meses para a pesquisa. Assim, os dados produzidos mensalmente pela Pnad não refletem a situação de cada mês, mas o desempenho de cada trimestre móvel do ano.
Os números atuais mostram como foi o mercado de trabalho nos meses de julho, agosto e setembro de 2026.
A taxa de desemprego é formada por quem está procurando uma colocação. O grupo é caracterizado por pessoas de dentro da força de trabalho que não estão trabalhando, mas estão disponíveis e tentam encontrar ocupação.
O método utilizado pelo IBGE exclui do cálculo todos que estão fora da força de trabalho, como um estudante universitário que dedica seu tempo somente aos estudos ou uma dona de casa que não trabalha fora.


