COMPORTAMENTO
Barriga de aluguel desiste de aborto e disputa guarda de bebê
Casal solicitou interrupção da gravidez após exame detectar um problema cardíaco na criança


Uma mulher que atuou como barriga de aluguel está lutando judicialmente para conseguir a guarda do bebê, nos Estados Unidos. McKenna West teria optado por prosseguir com a gravidez, mesmo após o casal, Nausheen Gilkar e Omar Ahmed, pedir para que ela interrompesse.
O pedido ocorreu após um exame identificar uma síndrome da hipoplasia do ventrículo esquerdo, grave cardiopatia congênita no feto, pois havia uma cláusula no contrato que previa a possibilidade de aborto em caso de anomalias fetais.
Ela chegou a marcar o procedimento, mas desistiu e decidiu levar a gestação adiante e passou a pesquisar hospitais especializados na condição cardíaca do bebê, que nasceu, passou por uma cirurgia cardíaca complexa e segue em estado crítico.
Após o nascimento, Nausheen e Omar decidiram autorizar a cirurgia e, de acordo com o TMZ, consultaram médicos do Children’s Health antes de optar pelo procedimento. Eles receberam uma ordem judicial que lhes concedeu autoridade sobre decisões relacionadas à saúde do recém-nascido e restringiu a interferência de McKenna nos cuidados médicos.
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Disputa pela guarda
Um juiz concedeu Nausheen e Omar a custódia temporária após eles pedirem à Justiça que os nomeasse responsáveis legais. Além da disputa pela guarda, eles processaram McKenna e pediram US$ 250 mil, cerca de R$ 1,2 milhão, além de outras indenizações.
No entanto, a barriga de aluguel se opôs ao pedido e solicitou uma ordem que impeça o casal de tentar tomar posse ou interferir de qualquer forma na relação dela com a criança ou nos cuidados com o bebê.
Até o momento, a Justiça do Texas não decidiu sobre o novo pedido da mulher.


