ELIMINADO!
Ancelotti explica escolha de Bruno Guimarães para bater pênalti
Camisa 8 da Seleção desperdiçou cobrança que poderia mudar jogo contra Noruega


Filho de Carlo Ancelotti e auxiliar técnico da Seleção Brasileira, Davide Ancelotti justificou a escolha de Bruno Guimarães como batedor oficial de pênaltis no jogo contra a Noruega, que marcou a eliminação na Copa do Mundo 2026. A Amarelinha perdeu por 2 a 1, com dois gols de Haaland e um marcado por Neymar.
O treinador afirmou que a escolha foi pré-definida pela comissão técnica do Brasil e foi comunicada na preleção antes da partida.
"É uma decisão pré-definida, como todos os jogos. Sempre decidimos na preleção e comunicamos na preleção ao jogador que bate o pênalti. É uma decisão da comissão. É uma decisão da comissão, depois os pênaltis se erram. Acontece no futebol e hoje aconteceu", afirmou Davide Ancelotti depois da derrota por 2 a 1 contra a Noruega.
Leia Também:
Treinador do Brasil, Carlo Ancelotti foi chamado pela FIFA para conceder entrevista na saída do gramado, mas o italiano passou direto para o vestiário. No lugar do comandante, quem apareceu para dar uma resposta foi o seu filho, Davide.
Classificada às quartas de final da Copa, a Noruega aguarda o vencedor do duelo entre México e Inglaterra para conhecer seu adversário na próxima fase. O duelo acontece no próximo sábado, 11, às 18h, em Miami.
Palavras do pai
Em entrevista coletiva depois da partida, Carlo Ancelotti finalmente apareceu para dar respostas. O treinador afirmou que a escolha de colocar Bruno Guimarães para cobrar o pênalti é fruto de uma análise sobre as estatísticas de cada batedor da Seleção.
"Fizemos umas estatísticas de um ano dos jogadores rivais e também dos nossos. O melhor na Seleção era o Raphinha. Dos disponíveis, o melhor era o Neymar, depois Igor Thiago, depois Bruno Guimarães e depois o Martinelli. Escolhemos o Bruno Guimarães porque achamos que ele era o melhor em campo (para bater)", disse o comandante.


