COPA DO MUNDO
Após aval de Ancelotti, relembre o último jogo de Neymar pelo Brasil
Retorno confirmado por Ancelotti coloca fim à espera pela volta do craque


Os holofotes da última partida da Seleção Brasileira na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026 estão voltados para um jogador: Neymar Jr. Isso porque, na última sexta-feira, 19, o técnico Carlo Ancelotti confirmou a presença do camisa 10 do Brasil na partida contra a Escócia, que será realizada nesta quarta-feira, 24, às 19h.
Caso seja confirmado, Neymar Jr. voltará a ficar à disposição da Seleção Brasileira após quase três anos. A última vez que o craque entrou em campo pelo Brasil foi no dia 17 de outubro de 2023, data em que sofreu a ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) e do menisco em partida contra o Uruguai, pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo. O confronto terminou com derrota brasileira por 2 a 0.
O retorno do atacante aos gramados só aconteceu no dia 24 de outubro do ano seguinte, quando ainda atuava pelo Al Hilal, da Arábia Saudita. Desde então, o principal nome do Brasil nas Copas de 2014, 2018 e 2022 não voltou a atuar pela Seleção Brasileira.
Fora das duas primeiras rodadas do Mundial para tratar uma lesão na panturrilha, o camisa 10 segue um cronograma individualizado para se tornar um reforço importante para Ancelotti, ampliando as opções do setor ofensivo.
No entanto, é pouco provável que o camisa 10 inicie a partida como titular. A expectativa é de que Neymar, ao menos, ganhe minutos pela primeira vez nesta Copa do Mundo, disputando seu quarto Mundial com a Seleção Brasileira.
Leia Também:
Neymar pela Seleção Brasileira
O clamor pelo retorno de Neymar aos gramados pela Seleção Brasileira se justifica pelo desempenho do craque ao longo dos últimos 15 anos com a camisa verde e amarela. Em 128 partidas oficiais, o atacante é o maior artilheiro da história do Brasil, com 79 gols, além de também ser o maior assistente de todos os tempos, com 59 passes para gol.
O camisa 10 foi protagonista na conquista da Copa das Confederações de 2013 e do inédito ouro olímpico nos Jogos Olímpicos de 2016, consolidando sua importância histórica na Seleção Brasileira.


