COPA DO MUNDO
Copa do Mundo chega a sete demissões de treinadores; veja lista
Sebastián Beccacece deixou o comando da Seleção do Equador após eliminação

A dança das cadeiras na Copa do Mundo de 2026 atingiu a marca de sete treinadores desligados de suas funções nesta quarta-feira, 1. A saída mais recente foi a do argentino Sebastián Beccacece, que deixou o comando técnico do Equador após a eliminação da seleção sul-americana diante do México.
O desligamento de Beccacece é o segundo registrado na fase de mata-mata do Mundial da Fifa. Anteriormente, o holandês Ronald Koeman foi destituído do cargo logo após a queda da Holanda nas oitavas de final diante do Marrocos.
Os demais profissionais da lista foram desligados ainda na fase de grupos da competição.
Lista de treinadores desligados no Mundial de 2026
Abaixo constam os profissionais que deixaram o comando de suas respectivas seleções nacionais durante o torneio:
- Sabri Lamouchi (Tunísia);
- Steve Clarke (Escócia);
- Hong Myung-Bo (Coreia do Sul);
- Miroslav Koubek (Tchéquia);
- Marcelo Bielsa (Uruguai);
- Ronald Koeman (Holanda);
- Sebastián Beccacece (Equador).
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Crise na Alemanha põe Julian Nagelsmann sob avaliação
O próximo nome sob risco de demissão é o de Julian Nagelsmann. A eliminação precoce da Alemanha para o Paraguai gerou forte desgaste interno entre a comissão técnica e a diretoria da Federação Alemã de Futebol (DFB).
Embora o treinador — no cargo desde 2023 — tenha manifestado publicamente o desejo de cumprir seu contrato e liderar o ciclo de reestruturação, a cúpula da federação adotou um tom de cobrança institucional rígido.
O presidente da DFB, Bernd Neuendorf, confirmou que uma auditoria técnica será realizada de forma imediata para avaliar o desempenho do comandante.
"Nos próximos dias, examinaremos com calma e rigor os motivos pelos quais a equipe não conseguiu atingir seu potencial e não correspondeu às suas próprias expectativas nem às do futebol alemão. Diante de um revés tão severo e dos desafios que temos pela frente, não podemos e não vamos simplesmente seguir em frente como se nada tivesse acontecido", declarou Neuendorf.



