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Prévia da inflação na RMS cai pela 1ª vez após 8 meses

Com esse resultado, o IPCA-15 da RMS acumula alta de 3,73% de janeiro a julho de 2026

Carla Melo
Por
O IPCA-15 funciona como uma prévia da inflação oficial do mês
O IPCA-15 funciona como uma prévia da inflação oficial do mês - Foto: Alessandra Lori/ Ag. A TARDE

A prévia do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) na Região Metropolitana de Salvador para julho ficou em -0,10%. É a primeira queda registrada após oito meses, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IPCA-15 funciona como uma prévia da inflação oficial do mês, refletindo os preços coletados entre 17 de junho e 15 de julho.

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Com esse resultado, o IPCA-15 da RMS acumula alta de 3,73% de janeiro a julho de 2026, ainda se mantendo acima do Brasil como um todo (3,51%). Já no acumulado nos 12 meses encerrados em julho, o IPCA-15 da RMS está em 4,25%, segue inferior ao indicador nacional (4,52%).

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O IPCA-15 de julho na Região Metropolitana de Salvador (-0,10%) foi resultado de quedas médias nos preços de cinco dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados para o cálculo do índice.

Com a segunda deflação mais profunda entre os grupos e o primeiro recuo nos preços em oito meses, alimentação e bebidas (-0,68%) deu a principal contribuição para a retração do IPCA-15 da RM Salvador.

A queda foi puxada exclusivamente pelos:

  • Alimentos comprados para consumo em casa (-0,98%);
  • Tomate (-15,17%);
  • Carnes em geral (-0,74%)
  • Café moído (-2,99%);
  • Batata-inglesa (-5,94%).

Por outro lado, a alimentação fora do domicílio seguiu em alta (0,19%), puxada com mais força pelas refeições (almoço ou jantar, 0,26%).

O vestuário (-1,54%) teve a maior deflação na RMS, segundo o IPCA-15 de julho, e exerceu a segunda principal influência de baixa no custo de vida, na primeira quinzena do mês. Houve queda importante nos preços das roupas (-1,89%), tanto femininas (-3,13%) quanto masculinas (-1,79%).

No outro extremo, saúde e cuidados pessoais (0,80%) e despesas pessoais (0,44%) tiveram as maiores altas na RM Salvador.

Perfume (2,81%) e medicamentos (0,82%), sobretudo hipotensores e hipocolesterolêmcos (contra pressão e colesterol altos, 2,58%), foram as principais pressões inflacionárias no primeiro grupo. Empregados domésticos (0,55%) e cabeleireiros/barbeiros (1,02%), no segundo.

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economia Inflação Salvador

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