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Salvador tem 2ª maior inflação em dezembro; passagem aérea puxa alta

A inflação na capital baiana ficou maior até que o índice nacional

Carla Melo

Por Carla Melo

23/12/2025 - 12:37 h

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Passagens aéreas foram os maiores vilões do grupo
Passagens aéreas foram os maiores vilões do grupo -

Salvador registrou uma inflação de 0,42% em dezembro de 2025, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e ficou em segundo lugar entre as maiores inflações do mês.

A inflação na capital baiana ficou maior até que o índice nacional, que neste mês fechou em 0,25%. A variação acumulada no trimestre, iniciado em outubro, fechou em 0,41% e a acumulação em 12 meses ficou em 3,81%.

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O setor de Transporte foi responsável pela alta esse mês, com 1,09%, e as passagens aéreas foram os maiores vilões do grupo, com aumento de 26,53%. Estão também o transporte de aplicativo(4,74%) e transporte público (4,55%).

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Em setembro, a Agência Nacional de Aviação (ANAC) aprovou um reajuste de 19% no valor das tarifas de embarque para voos nacionais e internacionais de companhias aéreas do Aeroporto Internacional de Salvador.

A tarifa de Embarque Doméstica que antes era de R$ 44,27 pula para R$ 52,72, cerca de 19% mais cara. Em voos internacionais, o valor da taxa sai de R$ 78,39 para R$ 83,04, um aumento de 5,93%. Os novos valores já estão em vigor.

Em julho, a prévia da inflação em Salvador também registrou aumento significativo nas passagens aéreas, com 21,27%. Outro grupo com aumento em dezembro foi o de Alimentação e Bebidas, com alta registrada em 0,77%, puxado pela abacate (22,99%), laranja-baía (22,32%) e couve-flor (11,66%).

Alta também foi sentida no Brasil

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta no mês de dezembro. A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Transportes (0,69% e 0,14 p.p.). O grupo Artigos de Residência (-0,64% e -0,02 p.p.) registrou a quarta redução consecutiva na média de preços. As demais variações ficaram entre o recuo de 0,01% de Saúde e Cuidados Pessoais e o aumento de 0,69% em Vestuário.

No grupo Transportes (0,69%), o principal e maior impacto individual no índice do mês veio de passagem aérea, que subiu 12,71% (0,09 p.p.). O transporte por aplicativo teve alta de 9,00% e 0,02 p.p. de impacto. Os combustíveis subiram 0,26%, após a queda de 0,46% em novembro, com altas de 1,70% no etanol e de 0,11% na gasolina . O gás veicular e o óleo diesel apresentaram recuos de 0,26% e 0,38%, respectivamente.

No grupo Vestuário (0,69%), destacam-se as altas nas roupas infantil (1,05%), feminina (0,98%) e masculina (0,70%). O grupo Despesas pessoais desacelerou na passagem de novembro (0,85%) para dezembro (0,46%). A hospedagem apresentou variação negativa em dezembro (-1,18%), após a alta de 4,18% registrada em novembro. Por outro lado, alguns serviços como cabeleireiro e barbeiro (1,25%), empregado doméstico (0,48%) e pacote turístico (2,47%) pressionaram positivamente o resultado.

O grupo Habitação variou 0,17% em dezembro. Contribuíram para o resultado o aluguel residencial (0,33%) e a taxa de água e esgoto (0,66%) e a energia elétrica residencial apresentou variação negativa de 0,22%.

Em novembro, entrou em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 1, adicionando R$ 4,46 na conta de luz a cada 100 Kwh consumidos. Já em dezembro a bandeira tarifária é a amarela, com o adicional de R$ 1,885 para o mesmo nível de consumo.

Alimentação e bebidas , grupo de maior peso no índice, variou 0,13%. A alimentação no domicílio (-0,08%) apresentou queda na média de preços pelo sétimo mês consecutivo. Contribuíram para esse resultado os recuos do tomate (-14,53%), do leite longa vida (-5,37%) e do arroz (-2,37%). No lado das altas, destacaram-se as carnes (1,54%) e as frutas (1,46%).

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