CORRIDA AO SENADO
Coronel recebeu menos repasses partidários do que Rui, Roma e Wagner
Candidato à reeleição ao Senado só foi receber primeira doação do Republicanos na quarta-feira, 9



O senador e candidato à reeleição, Angelo Coronel (Republicanos), foi o que recebeu o menor valor do partido para a sua campanha em comparação aos outros três fortes nomes que disputam as duas vagas do estado à Casa Alta, nas eleições de outubro deste ano: Jaques Wagner (PT), Rui Costa (PT) e João Roma (PL).
O republicano, segundo dados da plataforma DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), recebeu um aporte de R$ 400 mil do diretório nacional do partido — o depósito foi feito na quarta-feira, 9. O valor se soma aos R$ 100 mil que já haviam sido doados pelo próprio Coronel.
Contraste com os demais postulantes do Senado
O montante pode ser considerado baixo quando a comparação é feita com as doações feitas pelos respectivos partidos políticos às campanhas de João Roma, Jaques Wagner e Rui Costa.
O ex-ministro e presidente do PL baiano, João Roma foi o que teve o maior aporte entre os principais postulantes do Senado: R$ 4,5 milhões do diretório nacional do PL, além de R$ 400 mil da direção nacional do Cidadania.
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Jaques Wagner recebeu R$ 2.668.320,93 da direção nacional do PT. Além disso, teve acesso a R$ 50 mil oriundos do diretório estadual do PT Bahia, fora os R$ 533 mil doados por Edvaldo Brito (PSD).
Rui Costa, por sua vez, teve acesso aos mesmos valores encaminhados a Wagner via partido.
Um filho recebeu valores a mais; outro a menos
O cenário chama a atenção quando a comparação é feita entre os próprios familiares. O deputado federal e candidato à reeleição, Diego Coronel (Republicanos), recebeu uma doação de R$ 2 milhões do diretório nacional do partido.
Em via oposta, o deputado estadual e postulante à reeleição na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Angelo Coronel Filho (Republicanos), teve um aporte de R$ 150 mil.


