ELEIÇÕES
Deputado Manuel Rocha confirma saída da Alba para nova missão
Parlamentar também fez um balanço sobre as eleições de 2026

Por Yuri Abreu, Cássio Moreira e Gabriela Araújo

O deputado estadual Manuel Rocha (União Brasil) confirmou na manhã desta quinta-feira, 15, que deixará a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados.
“Eu sou pré-candidato a deputado federal. O deputado [federal] Zé Rocha retira a candidatura, a gente está trabalhando para herdar essa base política dele e ampliar os espaços no nosso estado”, disse ele ao Portal A TARDE.
O parlamentar é um dos políticos que participa do tradicional cortejo cívico da Lavagem do Bonfim, que inicia na Basílica da Igreja da Conceição da Praia, no bairro do Comércio, em Salvador, em direção à Colina Sagrada.
Ao comentar sobre o cenário eleitoral, o parlamentar seguiu a mesma linha do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), e diz que vê o embate como um ambiente “bem acirrado”.
“A gente vê uma disputa bem acirrada e polarizada como em 2022, mas, eu acredito no sentimento de mudança da população [...]”, afirmou o deputado.
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Durante a conversa, Rocha ainda confirmou o presidente do PL na Bahia, João Roma, como candidato ao Senado do grupo netista, e comentou sobre o imbróglio envolvendo o PT e o senador Angelo Coronel, em meio a pré-definição da chapa puro-sangue, apenas com os ex-governadores: Jaques Wagner e Rui Costa.
“A política é soma. A gente já está com o pré-candidato ao Senado definido que é o senador João Roma. E estamos esperando esse imbróglio ser desenrolado do lado de cá, se o [Angelo] Coronel não tiver a vaga, a gente está de braços apertados aqui”, concluiu.
João Roma evita cravar apoio a Neto, mas diz que conversas avançam
Especulado como pré-candidato ao Senado, João Roma (PL), evitou cravar prazo para anunciar apoio ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), mas afirmou que as conversas com o grupo netista “estão evoluídas”.
“Dizem que quem tem prazo não tem pressa. Nós temos um período até o dia 4 de abril, que é o prazo de desincompatibilização dos cargos, eu acho que isso será uma data emblemática”, iniciou o presidente do PL baiano, e complementou:
“A tendência é que nós [vamos] marchar juntos. Não há perto, não há fixação por cargo ou espaço, o que queremos, sim, é oferecer uma proposta para os baianos para que a gente possa melhorar o futuro da nossa Bahia”.
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