ELEIÇÕES
Flávio Bolsonaro chama Lula de "caloteiro da esperança" em 1º discurso
Durante a fala, o candidato comparou pai a Pelé



Candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) fez o primeiro discurso da campanha eleitoral neste domingo, 16. Em um comício na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, o senador teceu críticas ao principal concorrente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Durante a fala, o filho de Jair Bolsonaro chamou o petista de "caloteiro da esperança" e, além disso, homenageou o pai e prometeu realizar um "tesouraço" referente a corte nos impostos, burocracia e corrupção.
“O Lula é o caloteiro da esperança [...] Eu vou organizar essas contas e vou tirar o Brasil do vermelho. Você vai deixar de ter dívida. Eu vou fazer um tesouraço a partir de janeiro do ano que vem. Vai ser corte nos impostos, na burocracia e na corrupção", disse Flávio.
Além disso, o candidato criticou a segurança pública e afirmou que o Brasil “perdeu a soberania”, dizendo ainda que é a única pessoa apta a “sentar com os Estados Unidos”, fazendo uma menção ao presidente Donald Trump.
Flávio comparou pai a Pelé
Na ocasião, o integrante do PL prestou homenagem ao pai, chegando a compará-lo com o saudoso ídolo da Seleção Brasileira, Pelé (1940-2022).
“Sei que pareço com ele [Bolsonaro]. Mas é difícil comparar o filho do Pelé com o Pelé [...] Hoje todo mundo vê que Bolsonaro nunca foi ameaça para a democracia. Muito pelo contrário: nós sempre fomos o último obstáculo para que esse país não virasse uma ditadura de uma vez por todas”, afirmou.
O representante da direita ainda categorizou o pai como um homem "de bem, honesto, incorruptível, que deu o seu melhor para o Brasil e que foi injustiçado".
Por fim, ele entoou um cântico "'Volta, Bolsonaro!’ Pai. Essa é pra você!”
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Críticas a Lula
Em meio ao conflito do governo brasileiro, principalmente com Estados Unidos e Argentina, Flávio Bolsonaro afirmou que o atual governo “briga com todo mundo”, exceto com "ladrão de celular, com o traficante, com o estuprador, com o assaltante, com o assassino”.
“Não temos mais soberania sobre o nosso celular, não temos mais soberania sobre o nosso carro, não temos mais soberania sobre a sua bolsa. Você não tem mais soberania hoje sobre a sua casa, não tem soberania na sua rua, não tem soberania sobre a sua vida”


