IMPOSTOS IMOBILIÁRIOS
Justiça cobra Renato Aragão por dívida de R$ 500 mil em IPTU
Humorista teria ficado três anos sem realizar o pagamento

Por Luiza Nascimento

O humorista Renato Aragão se tornou alvo de uma ação da Procuradoria Geral do Município (PGM) do Rio de Janeiro. Ele está devendo cerca R$ 548.283,69 mil à Prefeitura, referente ao não pagamento de impostos imobiliários acumulados ao longo dos últimos anos.
A ação de execução fiscal tem como foco débitos do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e taxas de coleta de lixo de uma propriedade situada no bairro Barra da Tijuca, segundo o site O Globo.
Os autos revelam que o valor inicial teve acréscimo de juros de mora, multas e correção monetária. A Justiça do Rio de Janeiro tentou conciliação administrativa diversas vezes, mas não obteve êxito.
Segundo a PGM, as parcelas pendentes correspondem a 2021, 2022 e 2023. Cada pagamento mensal varia entre R$ 10 mil a R$ 11 mil.
O que acontece se Renato Aragão não pagar a dívida?
Caso o ator não efetue o pagamento ou apresente uma garantia à Justiça em tempo hábil, o magistrado responsável pode determinar o bloqueio de contas bancárias ou a penhora de bens.
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Saiba como é o imóvel
A mansão tem 3.000 m² de área construída em terreno com mais de 400.000 m² de área útil. O local conta com guarita para controle de acesso, heliponto, quadra de tênis e vagas para até dez carros na garagem.
Outro imbróglio financeiro envolvendo Renato Aragão
A filha mais velha do humorista, Juliana Rangel Aragão, entrou com uma ação na Justiça contra o pai na 43ª Vara Cível da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, em novembro de 2025. O processo foi aberto porque o humorista não teria quitado um empréstimo de cerca de R$ 950 mil, firmado entre os dois em dezembro de 2018.
Juliana cobra o pagamento do suposto “calote”, que atualmente gira em torno de R$ 872 mil. Segundo a ação, o valor emprestado não veio de economias pessoais de Juliana, mas sim da venda de um imóvel pertencente à mãe dela, Martha Maria Rangel Aragão, já falecida.
Posteriormente, a equipe do artista explicou que o acordo financeiro entre pai e filha foi feito com o objetivo de proteger os bens materiais de Juliana.
"Há mais de uma década, e sempre com apoio de orientação jurídica, ficou acordado que uma parte dos recursos herdados por Juliana da herança de sua mãe fosse administrada pelo pai, seguindo as orientações do advogado da própria Juliana. A intenção, desde o início, foi simples: garantir que seu patrimônio estivesse protegido e bem organizado”, diz o comunicado.
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