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Amistoso reacende debate de pênalti perdido contra a Noruega na Copa
Seleção Brasileira empatou com a Austrália nesta terça-feira, 29


O duelo da Seleção Brasileira com a Austrália, em amistoso disputado nesta sexta-feira, 29, na cidade de Brisbane, trouxe de volta à tona um dos maiores debates sobre a eliminação da Amarelinha na Copa do Mundo 2026: o pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães na derrota para a Noruega.
Após fazer o primeiro gol e sofrer a virada dos donos da casa, o Brasil marcou com Bruno Guimarães e depois mais duas vezes de pênalti para chegar no placar de 4 a 2. Foram dois cobradores diferentes: Raphinha e Vini Jr, com Bruno ficando de fora da cal.
O técnico Carlo Ancelotti, em entrevista coletiva, explicou a alternância. "Bruno Guimarães já havia marcado um gol. Quem bate os pênaltis é o Raphinha, que bateu o primeiro e o segundo era Bruno, mas ele já tinha marcado. Então, acho que o Vini merecia cobrar. Ele bateu bem e marcou".
Jogadores comentam troca de cobradores
Após a partida, Bruno Guimarães revelou ter conversado com Vini e reforço o pedido de Ancelotti para que o atacante do Real Madrid cobrasse a penalidade.
"Depois desse negócio do pênalti, muitas coisas apareceram. Aqui a gente nao tem vaidade nenhuma. No último jogo da Copa, Ancelotti mandou eu bater, hoje mandou Vini. Vini estava precisando fazer um gol, eu já tinho feito. A gente não tem vaidade nenhuma, queremos o bem do Brasil. Feliz por ele e pelo jogo", disse o meio-campista.
Vinicius, em seguida, explicou que foi importante fazer o gol para retomar a confiança. O atacante também ressaltou que Raphinha e Bruno são os primeiros da fila nos pênaltis.

"O Bruno é o que bate pênalti para nós quando o Rapha não está em campo. Eu achei que ele queria bater, mas ele sabe que eu estou precisando de um pouco de confiança. Tinha alguns jogos que eu não fazia gol. É importante voltar a marcar", pontuou Vini Jr.