ESPORTES
Após atletas anunciarem greve, clube da Série B é condenado pela Fifa
Valor é referente às dívidas por zagueiro que defendeu a equipe em 2024

Por Lucas Vilas Boas

Após seus jogadores anunciarem greve por salários atrasados, a Ponte Preta foi condenada pela Fifa a pagar R$ 227.777,75. O valor é referente às dívidas acumuladas pelo zagueiro Luis Haquin, que defendeu a equipe em 2024.
O clube paulista tem 45 dias para efetuar o pagamento (a partir da data de notificação), sob pena de um novo transfer ban de até três janelas de transferências, além de todos os juros aplicáveis. A quantia inicial era de aproximadamente R$ 500 mil, mas a Câmara de Resoluções da Fifa acatou parcialmente as reivindicações do defensor.
No dia 21 de dezembro de 2025, jogadores do elenco da Ponte Preta anunciaram, em pronunciamento oficial, uma paralisação temporária em forma de protesto. Citando o parágrafo 5º do artigo 90 da Lei Geral do Esporte, os atletas afirmaram que voltariam a treinar apenas quando todas as pendências financeiras fossem resolvidas.
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A Ponte Preta já tem um transfer ban na Fifa desde setembro de 2025, e outro na CNRD (Comissão Nacional de Resolução de Disputas), desde julho do ano passado. Juntas, as pendências são de aproximadamente R$ 2,2 milhões.
Pela segunda rodada do Campeonato Paulista, contra o Capivariano, no último sábado, a equipe tinha apenas 10 jogadores do time principal à disposição, enquanto outros 17 jovens da base completaram a lista do técnico Marcelo Fernandes. Na ocasião, a Macaca perdeu por 2 a 0, fora de casa.
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