FALTA CONFIANÇA?
Desempenho de Ademir após queda na Libertadores valida declaração de Ceni
Queda de rendimento do atacante escancara impacto pós-Liberta

A precoce eliminação do Esporte Clube Bahia na 2ª fase da pré-Libertadores de 2026 ainda reverbera de forma negativa dentro do elenco, conforme afirmou o técnico Rogério Ceni na última quarta-feira, 22, após a derrota vexatória para o Remo.
Alguns ainda sentem a eliminação na Libertadores
Na ocasião, o treinador tricolor garantiu que a confiança de alguns atletas ainda não foi totalmente restabelecida após o revés continental — e essa afirmação ganha força ao analisar o desempenho de um jogador específico: Ademir.
Responsável pelo lance que originou a perda de bola no gol do O’Higgins, no jogo de volta da 2ª fase preliminar da Libertadores, na Arena Fonte Nova — que culminou na disputa por pênaltis e, consequentemente, na eliminação do Bahia —, o atacante do Esquadrão apresentou uma queda vertiginosa de rendimento desde então.
Antes da fatídica eliminação, o camisa 7 era titular da equipe comandada por Rogério Ceni e somava dois gols e uma assistência em 468 minutos em campo (cerca de cinco jogos completos). Após a queda, no entanto, o jogador não só deixou de contribuir nas estatísticas como também perdeu espaço no time titular e passou a figurar no banco de reservas.
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A falha no lance que deu início à eliminação parece ter sido uma “virada de chave” na temporada de Ademir — mas de forma negativa. Curiosamente, na própria partida contra o O’Higgins, saiu dos pés do atacante a assistência para o primeiro gol do Esquadrão.
No entanto, após o lance em que optou por uma finta próxima à grande área, em vez de sair jogando com opções de passe, a confiança do jogador parece ter ido “por água abaixo”.
Lance fácil, mas não adianta condenar
Nos dois jogos seguintes à eliminação, quando iniciou como titular contra Juazeirense e Vitória — na semifinal e na final do Campeonato Baiano, respectivamente —, Ademir teve atuações abaixo do esperado e acabou perdendo a posição para Kike Oliveira nas partidas seguintes.
Desde então, o atacante segue sendo utilizado com frequência, geralmente entrando no segundo tempo, mas com minutos limitados (273 em 12 jogos) e distante do desempenho que o credenciou como titular na temporada passada, quando foi o principal “garçom” da equipe, com 14 assistências.
Confira o desempenho do atacante antes e depois da que na Libertadores:
Antes da eliminação:
- 468 minutos em campo
- 2 gols
- 1 assistência
- Titular
Após a eliminação:
- 273 minutos em campo
- 0 gols
- 0 assistências
- Reserva
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