ESPORTES
Em crise, clube sob greve de atletas é processado em quase R$ 1 milhão
Clube soma processos, greve de jogadores e sequência negativa no Campeonato Paulista

Por Lucas Vilas Boas

Mais duas ações por falta de pagamento foram registradas contra a Ponte Preta, que vive uma das maiores crises financeiras de sua história. O zagueiro Sergio Raphael e o meia-atacante Dodô, que passaram em 2025, reivindicaram juntos quase R$ 900 mil por valores que têm a receber.
Entre salários atrasados de junho a outubro de 2025, falta de pagamento do FGTS, verbas rescisórias e multas, além de honorários advocatícios, o defensor entrou com ação no valor de R$ 576.945,39, enquanto Dodô exigiu R$ 269.910,66.
Além da dupla, outros onze jogadores e até preparador físico também já entraram na justiça contra a Ponte Preta devido a pendências financeiras, como Elvis, que cobrou R$ 8 milhões, Maguinho, Jean Dias e Nilson Júnior, além de Everton Brito.
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Wanderson, Lucas Cândido, Jhonny Lucas, Matheus Kayzer e também Gustavo Vintecinco, além do preparador físico Leonardo Cupertino ingressaram com ação. Em dezembro de 2025, jogadores anunciaram greve por salários atrasados, afirmando que voltariam aos treinamentos somente quando as pendências fossem resolvidas.
Como se esperava, a crise tem gerado péssimos resultados dentro das quatro linhas. A equipe tem atuado no Campeonato Paulista sem poder contar com as contratações por causa do transfer ban e precisou utilizar jovens das divisões de base para completar a escalação.
Até o momento, a Ponte Preta tem quatro derrotas em quatro jogos, com nenhum gol marcado no Paulistão.
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